Archive | Fevereiro 2014

Estudo relaciona autismo, transtorno psicótico e hiperatividade à paternidade tardia

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Pesquisa foi feita com 2,6 milhões de pessoas Stock Photo

KAROLISKA (SUÉCIA) – Tradicionalmente, a ciência sempre jogou no colo das mulheres a culpa por possíveis riscos de uma gestação tardia. Mas, segundo um novo estudo realizado por cientistas da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, e do Instituto Karolinska, da Suécia, este jogo virou. Ou, pelo menos, empatou. A pesquisa destaca que uma variedade de distúrbios psiquiátricos em crianças em idade escolar pode estar relacionada ao fato de o pai ter mais de 45 anos. Nessa lista entram transtornos como autismo, déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtorno bipolar, esquizofrenia, pensamentos suicidas e problemas de abuso de determinadas substâncias.

O trabalho analisou dados de 2,6 milhões de pessoas e foi divulgado pela publicação científica JAMA Psiquiatria. Sua conclusão sugeriu que espermas mutantes são os culpados pelos possíveis danos. No entanto, alguns especialistas dizem que os benefícios que os pais mais velhos trazem podem ser capazes de superar os problemas.

Os cientistas concluíram que os espermatozoides são produzidos constantemente ao longo da vida de um homem – ao contrário das mulheres, que já nascem com todos os óvulos que terão ao longo da vida. Com isso, cada nova produção realizada em idade avançada oferece um risco maior de carregar mutações genéticas. À medida que o homem envelhece, ele expõe-se a mais toxinas ambientais que podem levar a mudanças de DNA em seu esperma.

Segundo Alysson Muotri, biólogo molecular e professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, os resultados confirmam que uma grande quantidade de pesquisas recentes tem apontado na mesma direção.

– Temos visto que o risco também aumenta com a idade do pai, pois as mutações se acumulam no genoma de células gaméticas paternas. Especialmente no ambiente de grandes cidades, com todos os fatores ambientais associados a isso, existe uma correlação de gravidez tardia com predisposição a doenças mentais, como síndrome de Down ou autismo – explica.

Transtornos registrados

A pesquisa também analisou as diferenças entre irmãos nascidos do mesmo pai, uma vez que isso conta para as variadas formas de edução oferecidas pelas famílias. Na comparação de filhos de um homem de 45 anos com crianças que nasceram de pais de 24 anos, os dados indicaram que a chance de autismo era três vezes maior no primeiro grupo.

Já o risco de TDAH era 13 vezes maior; e as chances de transtorno bipolar aumentou 25 vezes. Até mesmo as notas escolares eram inferiores entre os filhos de pais mais velhos.

Neste grupo, também dobrou a possibilidade de o herdeiro apresentar algum tipo de transtorno psicótico. Nesta situação, a propensão a comportamento suicida ou a problemas com drogas é 2,5 vezes maior.

Um dos cientistas responsáveis pelo extenso levantamento, Brian D’ Onofrio, disse à BBC News que ficou chocado com os números, que sugeriram riscos bem maiores do que os que eram estimados anteriormente.

– Nosso trabalho se soma a uma grande quantidade de estudos que apontam que as famílias, os médicos e a sociedade devem considerar os prós e os contras de adiar uma gravidez e uma paternidade – ressaltou.

O outro lado

Segundo o membro do Instituto de Psiquiatria de Londres, entretanto, os homens não devem decidir sobre quando devem ter filhos com base em um único estudo – ainda que outros trabalhos tenham apresentado resultados semelhantes. Em entrevista à BBC News, ele ponderou que os danos são baixos e que mesmo uma duplicação ou triplicação do risco ainda afetaria uma pequena proporção de pessoas.

– Além disso, a paternidade tardia ainda pode trazer outros grandes benefícios às crianças, como relacionamentos mais estáveis e maior renda para a criação dos filhos – destacou.

Alysson Muotri concorda que não é preciso alarmismo com o resultado.

– No aspecto pessoal, possivelmente ainda não encontramos um equilíbrio sobre o momento da paternidade. Tudo depende muito da qualidade de vida, de situações ambientais, entre outros fatores. No entanto, em termos populacionais, é preciso ter em mente que a gravidez tardia pode sim ser um problema para a Humanidade, pois aumentam-se as chances de surgirem mais casos de doenças mentais – avaliou.

Os riscos dos filhos de paternidade tardia:

– Três vezes mais chance de desenvolver autismo

– 13 vezes maior risco de TDAH

– O dobro do risco de transtorno psicótico

– 25 vezes mais propensos a ter transtorno bipolar

– 2,5 vezes mais propensos a ter comportamento suicida ou problemas com drogas

– Pontuações mais baixas na escola

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/saude/estudo-relaciona-autismo-transtorno-psicotico-hiperatividade-paternidade-tardia-11735023#ixzz2udgPqUYB
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FUNDAÇÃO MUNDO AZUL INFORMA QUE FOI APROVADA PL 2592/2013 NA ALERJ.

 
 
 
 
 
 
 
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A fundação Mundo azul agradece a todos que participaram desta conquista na grande vitória com a aprovação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro PL 2592/2013. Agora os nossos filhos autistas terão direito a duas vagas de inclusão por turma nas escolas regulares públicas e privadas do Rio de Janeiro. Esta foi uma conquista de todos os pais.
A Fundação Mundo Azul reconhece o esforço do Deputado Xandrinho que incansavelmente trabalhou e articulou na aprovação desta vitória.
Gostaríamos de agradecer ao Presidente da câmara dos deputados e a todos os deputados Estaduais que valorizaram a importância desta Lei para todas as famílias do Estado do Rio de Janeiro.
Muito obrigado em Especial aos pais e mães que estiveram na Alerj junto com a Fundação Mundo Azul.

VITÓRIA NA APROVAÇÃO DO PROJETO DE LEI 2592/2013 NA ALERJ HOJE.

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Olha O NOSSO  MASCOTE MUNDINHO AZUL FELIZ COM ESTA CONQUISTA

A Fundação Mundo Azul agradece o empenho do deputado Estadual Xandrinho e principalmente dos pais que foram na ALERJ hoje para acompanhar e lutar pelos seus direitos.Foi uma Vitória maravilhosa para todos os familiares de crianças com Autismo no Estado do Rio de Janeiro.Com a  aprovação na ALERJ do Projeto de lei 2592/2013 que cria a reserva de no mínimo duas vagas para autista nas escolas públicas e privadas, além de obrigar as mesmas a divulgar em seus murais os sintomas de autismo. FIZEMOS FORTE CAMPANHA PARA ESSA CONQUISTA E AGRADECEMOS À TODOS QUE NOS AJUDARAM NESSA EMPREITADA. A COMUNIDADE AUTISTA DO RJ ESTÁ EM FESTA, VEJA O SORRISO DO MUNDINHO AZUL. Íntegra do PL no site:http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro1115.nsf/5eb5368720065b40832566ec0018d837/0511db26edd759c783257c21006a2700?OpenDocument&ExpandSection=-1

Fundação Mundo Azul -Grupo de Pais

ALERJ HOJE 16:00HS LUTE PELO SEU FILHO EU ESTAREI LÁ PELO GABRIEL E VOÇE?

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IMPORTANTE HOJE ÁS 16:00HS NA ALERJ VÁ E LUTE PELO SEU FILHO, EU LUTO PELO DIREITO DO GABRIEL E ESSA LEI É IMPORTANTE PARA OS AUTISTAS DO RJ.
HOJE É O GRANDE DIA DA VOTAÇÃO DO PROJETO DE LEI 2592/2013 que garante a reserva de vagas para autistas nas escolas públicas e privadas. A votação deve ter início entre 16:00 e 16:30. Quem não puder ir à ALERJ ligue a televisão na TV ALERJ e anote o nome do DEPUTADO QUE VOTAR CONTRA O NOSSO PROJETO PARA VC LEMBRAR DELE NAS ELEIÇÕES OUTUBRO/2014.
FUNDAÇÃO MUNDO AZUL GRUPO DE PAIS

II JORNADA CIENTÍFICA MUNDO AZUL – RESERVE JÁ A SUA VAGA

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A Fundação Mundo Azul Grupo de Pais começa a divulgar a  II JORNADA CIENTÍFICA DO MUNDO AZUL – reserve já a sua vaga pois em  BREVE AS INSCRIÇÕES ESTARÃO ABERTAS.
Email
iltonpulga@gmail,com ou eventomundoazul@gmail.com
Fundação Mundo Azul – Grupo de Pais
Acredite neste trabalho .

Mãe de uma pessoa com necessidades especiais por um dia

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Sempre que entramos de férias, tenho a oportunidade de vivenciar sentimentos e sensações extremamente conflitantes. Fico feliz e aliviada pela chegada das férias e,  juntamente com ela, a chegada  do merecido “descanso” ( descanso?) e, por outro lado, triste e frustrada em testemunhar acontecimentos e situações envolvendo meu menino e  suas tentativas, por vezes, fracassadas de socialização e interação.

E foi justamente refletindo sobre estas tentativas infrutíferas e o porquê das mesmas acontecerem que nasceu a ideia deste post.

A grande verdade é que procuramos (a grande maioria de pais e familiares, grupo no qual me incluo) sempre manter nossos filhos em “ambientes supostamente protegidos”. Explico: são aqueles locais em que as pessoas já sabem das peculiaridades dos nossos meninos e meninase, de uma certa forma, conhecem, entendem e, acima de tudo, COMPREENDEM nossos autistas, aceitando-os com carinho e amor exatamente do jeito que são.

A escola, por exemplo, costuma ser um lugar onde encontramos este acolhimento. Infelizmente, existem exceções. E é com pesar que reconheço a existência de muitas escolas em que a atmosfera não é acolhedora. Muito pelo contrário: o clima que nossos autistas encontram é inabitável…

O ambiente terapêutico é outro em  que, salvo terríveis exceções, nossos anjos azuis se sentem em casa, amados e compreendidos.

Também sei e reconheço que será IMPOSSÍVEL manter meu filho para sempre em ambientes seguros. Ele precisa voar e crescer e não posso protegê-lo para sempre (embora devo admitir que gostaria!).
Assim sendo, com a chegada das férias, os ambientes seguros saem de cena e dão lugar à inóspita e LOUCA selva de pedra em que vivemos. Sempre que presencio meu filho abordando as crianças e perguntando se pode se juntar a elas em uma brincadeira, fico muito feliz! Nós todos sabemos como isto é uma vitória e quanto tempo levamos para chegar lá.

Quantas dificuldades já foram enfrentadas! E quantas outras ainda virão pela frente!

Entretanto, nestas férias tive o dissabor de vivenciar uma cena que, enquanto vida eu tiver, infelizmente, hei de me lembrar…por mais que me esforce para esquecer.

Estávamos em um clube e meu menino se aproximou de um grupo de crianças na piscina.

De longe, observei sua aproximação e abordagem. Ele se apresentou,  dizendo seu nome e sua idade. Fiquei orgulhosa, pois sua abordagem foi perfeita e educada. Entretanto, o grupo de crianças não respondeu.

Aguardando o retorno que não aconteceu, João Pedro insistiu e perguntou os nomes dos meninos. Novamente, o que ele obteve como reposta foi o silêncio. Ansioso e perplexo com a falta de respostas, ele perguntou se poderia brincar com as crianças. O menino mais velho do grupo, que devia ter 9 ou 10 anos, começou a gargalhar!

Os demais riram  também na sequência. João Pedro olhou a todos em seu redor, aturdido e perdido. Não consegui mais me conter e a LEOA que mora dentro de mim assumiu as rédeas do meu corpo e de meus sentimentos.

Infelizmente, não cheguei a tempo de evitar o comentário maldoso do menino que parecia ser olíder do grupo: “você fala errado! Você NÃO vai brincar com a gente! De que planeta você é?”  O grupo caiu em um riso uníssono. João Pedro, ingenuamente, ainda encontrou forças para responder que “era” do planeta Terra…

Com a cabeça doendo e o coração em frangalhos, me aproximei e chamei por ele. Ele veio nitidamente confuso. Para minha surpresa, a mãe de um dos meninos estava presente e assistiu a toda a situação sem esboçar NENHUMA reação!

A presença da mãe me causou revolta e me enojou. Crianças podem ser cruéis e muitas vezes ofender aos outros, mas cabe aos pais, adultos, orientá-las e educá-las, ensinando-as a ter respeito, carinho e solidariedade ao próximo.

A faca que estava próxima de meu coração é cravada de vez com a pergunta do João Pedro:  “Mamãe, o que eu fiz de errado?”. Tentando não chorar, respondi a ele, em um tom de voz alto o suficiente para que os meninos e, PRINCIPALMENTE, a MÃE pudessem  ouvir o que tenho a dizer. “VOCÊ não fez nada de errado. Eles é que fizeram. Não são educados, por isso não te responderam e riram de você. Não estão acostumados com educação. Mas a culpa não é deles. É da mãe, que não lhes ensina as coisas certas.”

A criatura arregalou os olhos e me olhou com reprovação. Ergui minha cabeça e saí, de mãos dadas com meu filho, fazendo-o esquecer que tinha sido ridicularizado e menosprezado pelas crianças. João Pedro olhou  na direção dos “amigos” e balançando a cabeça, cheio de piedade, disse: “coitadinhos deles, mamãe!”

Olhei na direção da mãe. Sua raiva transpareceu com nitidez. Pela primeira vez, encarei seu olhar e mantive durante algum tempo. Confesso que estava esperando, pronta para encarar uma discussão. Mas ela desviou o olhar e abaixou a cabeça. Pois é…

Pensei que, se ela estivesse em meu lugar, saberia o quanto dói ter um filho ridicularizado.

O quanto machuca ver seu filho implorando para brincar. O quanto a rejeição dói. Mil vezes eu preferiria ter sido rejeitada e ridicularizada no lugar de meu filho. Mil vezes!

Mil vezes e quantas outras fossem necessárias…

Se ela soubesse…

Ah, se ela fosse mãe de uma criança com necessidades especiais!

Se TODOS pudessem ser pais e mães de crianças, jovens ou adultos com necessidades especiais, por um dia, um único dia…

Se vivessem e sentissem na pele o que sentimos, o que sofremos…

Talvez pudessem entender…talvez ensinassem outros valores a seus filhos.

Nossos sofrimentos, em grande parte, não são oriundos das limitações que a síndrome de nossos filhos nos traz. Muito de nossa DOR vem do preconceito, das humilhações, do bullying, da falta de respeito, da falta de amor, da falta de solidariedade…

Frágeis, inocentes e ingênuos, nossos filhos são presas fáceis da maldade e da intolerância do ser humano, independente de que idade possuam.

Da mesma forma, podemos observar crueldade e bullying por parte de crianças que, mesmo sendo ainda muito pequenas, já sabem ridicularizar, ferir e machucar o próximo, apenas por algo que lhes cause estranheza ou, simplesmente, pelo “crime” de ter nascido DIFERENTE!

Entretanto, NÃO culpo estas crianças! Diariamente, as mesmas recebem estímulos em casaneste sentido: pais, mães e familiares que, comumente, tecem comentários maledicentes e pejorativos sobre negros, deficientes, homossexuais, obesos e etc…

Estas crianças crescem em um ambiente contaminado, poluído, repleto de uma POBREZA de valores morais e espirituais.

A inversão de valores é nítida! Você é reconhecido pelo que tem e não pelo que você É!

Seu caráter e retidão nada valerão se você não possuir bens materiais, por exemplo.

Tristes tempos onde a inversão de valores impera e a cultura dominante forma “cidadãos”

(se é que podemos chamá-los desta forma) que julgam seus semelhantes pelo que eles têm ou, ainda pior, que se acham no direito de se considerar superiores ao próximo pelo fato deste próximo ser diferente (ou deficiente ).

RIO DE JANEIRO DIA 26/02/2014 QUARTA FEIRA ÁS 16;00HS ALERJ VAMOS DIZER NÃO ESTA EMENDA.

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IMPORTANTE MUDOU PARA QUARTA FEIRA DIA 26/02/2014 A NOSSA VOTAÇÃO NA ALERJ

 

MUDOU PARA QUARTA FEIRA DIA 26/02/2014 A NOSSA VOTAÇÃO

CHEGOU A HORA DA VERDADE  DIA 26/02/2014 O GRANDE MARCO DA NOSSA LUTA E UNIÃO – LUTE PELO DIREITO DO SEU FILHO.

O MUNDO AZUL SOZINHO NÃO VAI MUDAR ESTA HISTÓRIA ,

FICAR NO FACE NÃO VAI ADIANTAR NADA

FICAR ACOMODADO ,NÃO VAI MUDAR

O TEMPO PASSA E O MUNDO AZUL PODE CANSAR DE LUTAR SOZINHO

VAMOS MOSTRAR A NOSSA FORÇA

O PLENÁRIO DA CAMARA DOS DEPUTADOS  ESTADUAIS TEM QUE ESTAR CHEIO.

SE VOÇE  QUE É PAI ,MÃE,VIZINHO  E AMIGO QUE APOIA  E GOSTA DE UMA SOCIEDADE MAS JUSTA,VENHA PARA ESTA LUTA E JUNTE-SE A NÓS NESTA  TERÇA FEIRA DIA  25/02/2014 A PARTIR DAS 15;00 HS NA CAMARA DOS DEPUTADOS NO CENTRO DO RIO DE JANEIRO PARA DIZER NÃO A ESTA EMENDA.

Queridos amigos precisamos lotar a Camara dos Deputados para vetar e dizer não a emendas que retiram a obrigatoriedade da Escola Privada de reservar vagas para alunos autistas, assim como retira a penalidade prevista no inciso I do art. 8° da Lei 7.853/89, acima mencionado.

Esta Emenda é do interesse dos donos das  ESCOLAS PARTICULARES ,TEMOS QUE LUTAR E  VAMOS GANHAR ESTA BATALHA.

UMA VERDADE TEM QUER SER DITA O MUNDO AZUL SOZINHO NÃO MUDA ESTA HISTÓRIA. 

Os Autistas do Rio de Janeiro precisam de sua colaboração ! 

MANDA EMAIL AOS DEPUTADOS ESTADUAIS DO RIO DE JANEIRO, NOS AJUDEM.

LISTA DE E-MAIL: claisemariazito@alerj.rj.gov.br, gersonbergher@alerj.rj.gov.brlucinha@alerj.rj.gov.br, luizpaulo@alerj.rj.gov.br, andrelazaroni@alerj.rj.gov.br,bernardorossi@alerj.rj.gov.brchiquinhodamangueira@alerj.rj.gov.br, dica@alerj.rj.gov.br, domingosbrazao@alerj.rj.gov.br, edsonalbertassi@alerj.rj.gov.br, gracamatos@alerj.rj.gov.br, paulomelo@alerj.rj.gov.br, pedroaugusto@alerj.rj.gov.br, pedrofernandes@alerj.rj.gov.br, rafaelpicciani@alerj.rj.gov.br, robertodinamite@alerj.rj.gov.br, gustavotutuca@alerj.rj.gov.br,marcelosimao@alerj.rj.gov.br, rafaeldogordo@alerj.rj.gov.br,rogeriocabral@alerj.rj.gov.brandrececiliano@alerj.rj.gov.br, gilbertopalmares@alerj.rj.gov.br, inespandelo@alerj.rj.gov.br, niltonsalomao@alerj.rj.gov.brrobsonleite@alerj.rj.gov.br, zaqueuteixeira@alerj.rj.gov.br, gracapereira@alerj.rj.gov.br, waguinho@alerj.rj.gov.br, thiagopampolha@alerj.rj.gov.br, marcusvinicius@alerj.rj.gov.br, marcosabrahao@alerj.rj.gov.br,dionisiolins@alerj.rj.gov.br, flaviobolsonaro@alerj.rj.gov.br, andreiabusatto@alerj.rj.gov.br, bebeto@alerj.rj.gov.br, brunocorreia@alerj.rj.gov.br, cidinhacampos@alerj.rj.gov.br,janiomendes@alerj.rj.gov.br, luizmartins@alerj.rj.gov.br, marcossoares@alerj.rj.gov.br, myrianrios@alerj.rj.gov.br, pauloramos@alerj.rj.gov.br, ricardoabrao@alerj.rj.gov.br, wagnermontes@alerj.rj.gov.br, andrecorrea@alerj.rj.gov.br, comtebittencourt@alerj.rj.gov.br, coroneljairo@alerj.rj.gov.br, marciopacheco@alerj.rj.gov.brsabino@alerj.rj.gov.br, atilanunes@alerj.rj.gov.br, altineucortes@alerj.rj.gov.br,clarissagarotinho@alerj.rj.gov.br, edinofonseca@alerj.rj.gov.br, fabiosilva@alerj.rj.gov.br, iranildocampos@alerj.rj.gov.br, migueljeovani@alerj.rj.gov.brrobertohenriques@alerj.rj.gov.br, samuelmalafaia@alerj.rj.gov.br, samuquinha@alerj.rj.gov.br, joaopeixoto@alerj.rj.gov.br, alexandrecorrea@alerj.rj.gov.br, rosangelagomes@alerj.rj.gov.br, alessandrocalazans@alerj.rj.gov.br.

Denise Aragão

 

 

PREZADOS AMIGOS E FAMILIARES DE AUTISTAS,

ESTAMOS PRECISANDO DE SUA AJUDA.

PARA ENVIAR ESSE E-MAIL AOS DEPUTADOS ESTADUAIS BASTA CLICAR EM “RESPONDER A TODOS”

MUITO OBRIGADO.

 

EXMO SR DEPUTADO ESTADUAL

 

                        Neta última quinta feira foram  apresentadas duas emendas ao Projeto de Lei Estadual 2592/2013 que tem por finalidade  criar o programa de conscientização do AUTISMO nas redes públicas e privadas de educação do Estado do Rio de Janeiro, assim como cria a reserva de vagas para alunos com autismo também nas redes públicas e privadas sob pena de quem recusar, suspender, procrastinar ou cancelar a matrícula do aluno autista responder por crime punível com reclusão de 01 a 04 anos na forma do que dispõe a Lei Federal 7.853/89.

                        Essas emendas retiram a obrigatoriedade da Escola Privada de reservar vagas para alunos autistas, assim como retira a penalidade prevista no inciso I do art. 8° da Lei 7.853/89, acima mencionado.

                        Como pai de autista e militante da causa autista, informo que a recusa de matrícula de alunos com autismo é uma realidade no Estado do Rio de Janeiro e, vários são os pais que se desesperam todo inicio de ano e mesmo durante o ano letivo por problemas relacionados à educação de seus filhos autistas nas escolas da rede privada.

                        Muitas são as vezes que é preciso levar o imbróglio as Coordenadorias Regionais de Educação, Ministério Público e mesmo à Justiça.

                        No Estado do Rio de Janeiro são 160.000 pessoas com autismo que somado aos seus parentes diretamente afetados pela síndrome (Pai, mãe e Irmão) somos 640.000 pessoas a espera da aprovação desta Lei.

                        O governo dos Estados Unidos divulgou números alarmantes de uma criança com autismo para cada 50 em idade escolar (entre 6 e 17 anos), uma incidência de 2,0%. Os dados vêm de uma pesquisa feita pelo CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças — em inglês: Centers for Disease Control and Prevention).

                        Utilizando a estatística americana dobramos o número de pessoas envolvidas diretamente com autismo no Rio de Janeiro para 1.280.000 pessoas.

                        Por fim Sr. Deputado, rogamos a V.Exa que vote contra as emendas propostas, pois as famílias autistas por muitos anos lutaram por essa oportunidade e, desta forma, V.Exa., assim como seus pares dessa legislatura, ficarão marcados na história do autismo como Políticos que garantiram o acesso dos autistas à educação digna e também, que contribuíram para melhoria da qualidade de vida de seus familiares.

Cordialmente,

Fundação Mundo Azul grupo de Pais

Mundo Azul Grupo de Pais.