Archive | Janeiro 2013

“O BRASIL QUER SABER O QUE É AUTISMO”.

601268_416186065123398_1421768211_n

 

 

 

 

 

O Mundo azul pede a participação de todos para acessar o link abaixo ,sugerindo pauta de reportagens sobre o Autismo.

http://falecomaredeglobo.globo.com/ ” Participe desta campanha!” Acesse o link e comece seu texto com a frase : “O BRASIL QUER SABER O QUE É AUTISMO”. O Dr Drauzio Varella esta no programa Fantástico com uma série de reportagens, mas através deste link a produção do programa pode ter acesso aos pedidos de pessoas para que na sua próxima série o tema seja o AUTISMO. É uma maneira de chamar a atenção do programa para esta necessidade de divulgar e conscientizar sobre o AUTISMO. Participe, dê sua colaboração enviando seu pedido e vamos todos aguardar que esta atitude tenha um bom resultado.

Mundo Azul -Grupo de Pais

O Brasil Precisa Conhecer o Autismo.

Anúncios

Entenda o autismo

 

Entenda o autismo

A psiquiatra Ana Beatriz Barbosa vai falar sobre o livro “Mundo Singular: entenda o autismo”.

Mundo Azul – Grupo de Pais

O Brasil Precisa Conhecer o Autismo.

Sintomas de autismo desaparecem em algumas crianças quando elas crescem

LOGO_MUNDOAZUL

Sintomas de autismo desaparecem em algumas crianças quando elas crescem

Paloma Oliveto – Correio Braziliense

Publicação: 21/01/2013 20:40 Atualização:

Algumas crianças com diagnóstico de autismo quando pequenas veem desaparecer completamente seus sintomas quando crescem, segundo um estudo realizado nos Estados Unidos.

“Embora o autismo geralmente persista durante toda a vida, esta descoberta permite pensar que esta síndrome poderia experimentar evoluções muito diversas”, afirmou Thomas Insel, diretor do Instituto Americano de Saúde Mental (NIMH, na sigla em inglês), que financiou os trabalhos.

A pesquisa foi realizada pela doutora Deborah Fein, da Universidade de Connecticut (nordeste), com 34 jovens de 18 a 21 anos, que tinham sido diagnosticados com autismo em idades muito retomas e que, com o passar do tempo, tinham uma vida completamente normal.

Estes jovens não apresentavam mais problemas de expressão, comunicação, reconhecimento de rostos ou socialização, sintomas característicos do autismo.

A pesquisa, publicada na revista “Child Psychology and Psychiatry”, se concentrou em saber se o primeiro diagnóstico de autosmo era suficientemente exato e se os sintomas efetivamente tinham desaparecido.

A resposta foi afirmativa nos dois casos, destacou o doutor Insel.

Os resultados deste estudo levam a crer que as dificuldades de socialização destas crianças eram mais brandas, embora tenham sofrido problemas de comunicação e movimentos repetitivos tão severos quanto os demais autistas.

Para a avaliação mental destes 34 indivíduos estudados, os pesquisadores usaram testes cognitivos e de observação comum, bem como questionários enviados aos pais.

Para participar do estudo, os jovens tinham que estar em cursos regulares na escola ou na universidade e não se beneficiar de nenhum serviço especial para autistas.

No entanto, a pesquisa não conseguiu determinar a proporção de crianças diagnosticadas com autismo que no futuro verão desaparecer os sintomas com o passar o tempo.

“Todas as crianças autistas são capazes de progredir com as terapias intensivas. Mas no estado atual dos nossos conhecimentos, a maioria não chega a fazer os sintomas desaparecer”, disse o doutor Fein, que espera que novas pesquisas ajudem a entender melhor os mecanismos desta doença.

Uma possibilidade de cura para o autismo

imagesCATFIAIB

Uma possibilidade de cura para o autismo

  • Cientistas levantam hipótese em estudo, mas que ocorreria em um pequeno grupo de autistas
  • A possibilidade de cura do autismo sempre foi vista com ceticismo por cientistas e médicos. Mas um amplo estudo publicado no periódico “Journal of Child Psychology and Psychiatry” contesta esta afirmação e diz ser possível, sim, reverter completamente os sintomas do transtorno neurológico que afeta a comunicação, a sociabilidade e o comportamento. Ainda assim, os autores advertem contra falsas esperanças, já que é um grupo restrito de doentes que, por razões ainda não esclarecidas, consegue ter uma melhora do quadro. E não há indicadores para mostrar quem estaria neste pequeno grupo, que representa menos de 10% dos autistas.

Quadro foi totalmente revertido em autistas

A equipe da Universidade de Connecticut recrutou 34 pessoas diagnosticadas com autismo antes dos 5 anos e que, posteriormente, reverteram os sintomas, que iam de moderados a graves. Durante a pesquisa, eles tinham entre 8 e 21 anos e passaram por intensivos testes, junto de outros 34 participantes sem autismo.

— Eles não podiam mais ser enquadrados no diagnóstico — concluiu Deborah Fein, autora do estudo, em entrevista ao “New York Times”. — Mas tenho que salientar aos pais que é uma minoria de crianças que é capaz disto, e ninguém deve pensar que perdeu a viagem se não conseguir este resultado.

Professor de Medicina da Universidade da Califórnia, Alysson Renato Muotri não apenas concorda que isto é realmente possível como desenvolve pesquisa na área. Segundo Muotri, há mais de uma década se sabe que entre 1% e 5% dos autistas conseguem reversão através de terapias intensas. Porém, acreditava-se que isto poderia ser atribuído a um diagnóstico errado.

— Mais e mais vemos trabalhos descrevendo que é um fenômeno real. Soma-se a isso nossas pesquisas mostrando que neurônios autistas conseguem se recuperar dos defeitos sinápticos se expostos ao ambiente certo (na presença de drogas que alteram as sinapses, por exemplo), mostrando que as alterações genéticas não são deterministas. Disso tudo tiramos uma lição importante: o autismo pode ser reversível sim. Acho que o próximo passo é entender porque alguns pacientes conseguem isso e outros, não — defendeu Muotri.

A neuropediatra Carla Gikovate, especialista em autismo, também comemora o resultado.

— De uns dois anos para cá estão surgindo estudos sérios apontando para esta possibilidade. Antes, os especialistas eram descrentes sobres estes resultados, mas isto está mudando — diz Carla. — Casos de reversão têm sido possíveis por causa do diagnóstico cada vez mais precoce, inclusive da formas mais leves da doença, assim como pelo tratamento intensivo, principalmente com envolvimento de pais e escola.

A possibilidade, entretanto, é vista com cautela pelo psiquiatra Caio Abujadi, coordenador do ambulatório de autismo da USP e diretor clínico do Instituto Priorit:

— Temos visto nas nossas pesquisa que há uma gama de sintomas do autista que não está só no campo neurológico. Envolve a alteração do sistema imunológico, metabólico etc. Há alergias, dificuldades alimentares, sensibilidade, uma genética muito complexa que envolve milhares de genes. Falar em cura de uma alteração como esta é muito difícil.

Autora do livro “Meu filho ERA autista”, a professora Anita Brito, moradora de Jandira (SP), orgulha-se do quadro do filho, Nicolas, que completará 14 anos em fevereiro. Com sintomas desde o nascimento, o jovem não falava, balançava-se e torcia os dedos, chorava e ria sem motivo, mas hoje dá até palestras sobre a fase mais intensa da doença.

— Nunca demos remédios ou fizemos dietas específicas. Foi carinho, amor, estímulo constante que o fizeram melhorar — diz Anita. — Hoje ele fala pelos cotovelos, diz que quer namorar, é o melhor aluno de Ciências. Ainda continua torcendo os dedos e precisa controlar a ansiedade, mas, olhando para ele, é um garoto totalmente normal.

Já tem lei, mas ainda faltam pesquisas

O governo federal promulgou a lei 12.764/12, que institui a política nacional de proteção aos direitos do autista, garantindo a eles os mesmos benefícios legais de outros portadores de deficiência. Mas isto ainda é pouco, segundo grupos de pais de autistas, que reivindicam mais apoio para pesquisa, com a criação de um Centro de Excelência de Pesquisa do Autismo. “Meu filho tem 29 anos e experimentou vários tratamentos que são só paliativos”, contou por email Ray Melo, que tem cobrado, com o apoio do pesquisador Alysson Muotri, mais atenção ao tema pelo Ministério da Saúde.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/saude/uma-possibilidade-de-cura-para-autismo-7328006#ixzz2IekRdI1l 
© 1996 – 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

MUNDO AZUL GRUPO DE PAIS

O BRASIL PRECISA CONHECER O AUTISMO. 

Bela de 18 anos quer se tornar a primeira autista a vencer o Miss Améric

 

339727_10151132004791086_1633138991_o-681x1024

 

 

 

 

 

A miss Montana, Alexis Wineman, 18, pode se tornar a primeira jovem com autismo coroada miss América. Ela disputa neste sábado (12) com outras 52 candidatas o direito de suceder Laura Kaeppeler.

A bela Alexis quer aproveitar a exposição no concurso para chamar atenção para o autismo, uma alteração no desenvolvimento que afeta a capacidade de se comunicar, socializar e estabelecer relacionamentos.

Acompanhada pela mãe, ela viajou por Montana de carro, apresentando em escolas e hospitais sua palestra sobre o autismo. Foram 11.000 km rodados.

Em um de seus vídeos, ela conta:

— A maioria da população não entende o que é o autismo, mas com uma em cada 88 pessoas tendo alguma forma de autismo, esta compreensão se torna mais e mais necessária.

Ela admite que há preconceito contra os autistas:

— Fico surpresa com quem não aceita as pessoas que são diferentes.

E continua:

— Só queremos que nos entendam. É o que estou tratando de explicar a todos. Também quero dizer às crianças autistas que elas não têm nada do que se envergonhar.

259394 10150988853341086 1121544042 o 612x1024 Bela de 18 anos quer se tornar a primeira autista a vencer o Miss América

Superação

Alexis foi diagnosticada aos 11 anos. Para superar o atraso no desenvolvimento, ela recebeu aulas de teatro.

No colégio, ela sofreu no começo por não entender muitas das brincadeiras dos colegas, e sempre levar tudo no sentido literal. A família a encorajou a participar mais das atividades da escola, e foi no grupo de cheerleaders que Alexis se encontrou, virando a capitã.

Na preparação para os concursos de beleza, ela teve que aprender a caminhar de salto alto:

— Nunca fui o tipo de garota que usa salto alto, então não estava preparada. Foi a parte mais difícil.

alexis Bela de 18 anos quer se tornar a primeira autista a vencer o Miss América

O Programa Especial -Autismo

603322_311501392295183_2066666782_n

[http://www.youtube.com/watch?v=TBsdLwK7pcM&feature=share

youtube=http://www.youtube.com/watch?v=TBsdLwK7pcM&feature=share]

O Programa Especial desta semana trata de autismo. Em homenagem ao tema, Juliana Oliveira está vestida de azul, cor escolhida pela ONU para simbolizá-lo.Muitos ainda têm dúvidas sobre o que é o autismo. Neurologista infantil e especialista em educação inclusiva, Carla Gikovate esclarece as principais características. “O tripé da dificuldade social, da dificuldade de comunicação e da dificuldade no sentido de ser flexível, quer dizer, uma pessoa mais repetitiva, é a base do diagnóstico de autismo”, explica a médica.

Juliana Oliveira recebe Denise Fonseca, uma das fundadoras do Grupo Mundo Azul — formado por pais de autistas — e mãe de João Pedro, que tem autismo. Ela conta como sua família encara o autismo e sobre os objetivos do grupo, que luta por maior divulgação de informação sobre o tema.

Em Volta Redonda, o programa visita a Associação de Pais de Autistas e Deficientes Mentais (Apadem), instituição em Volta Redonda voltada para a formação e inclusão de pessoas dentro do espectro autístico. A presidente Cláudia Moraes explica como funciona o atendimento. Ainda: parceiros da Apadem realizam atividades como equoterapia e aulas de computação.

Mundo Azul Grupo de Pais

O Brasil Precisa Conhecer o Autismo.

Denise Fonseca participara do programação especial sobre autismo

603322_311501392295183_2066666782_n
Neste sábado programação especial sobre autismo!
No dia 12, sábado, o Ser Saudável e o Programa Especial vão falar sobre autismo. E logo depois do Programa Especial, às 11h, vai acontecer um debate em vídeo sobre autismo no portal da EBC (ebc.com.br) Nossas convidades são a neurologista infantil Dra. Carla GikovateDenise Fonseca, do grupo Mundo Azul, e Claudia Moraes, da Apadem Volta Redonda. A mediação será da diretora do Programa Especial, Angela Patricia Reiniger. Vocês podem participar com perguntas na hora ou enviar antes através do facebook ou pelo e-mail contato@programaespecial.com.br
Participem e divulguem!
Mundo Azul Grupo de Pais
O Brasil Precisa Conhecer o Autismo,