Archive | Dezembro 2012

O MUNDO AZUL – FELIZ 2013

 

Autismo Pitoco e Natal

 

 

 

 

O MUNDO AZUL GRUPO DE PAIS – O BRASIL PRECISA CONHECER O AUTISMO DESEJA A TODAS AS FAMÍLIAS AZUIS UM FELIZ ANO NOVO,MUITA SAÚDE ,PAZ E FELICIDADE.

MEMBROS FUNDADORES:

ILTON, CHRISTIANE, LUCIANO, DENISE ,GEO E KEYLA.

FELIZ 20133333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333

A Presidenta Dilma Rousseff acaba de aprovar o projeto de Lei que Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

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A  Presidenta Dilma  Rousseff acaba de aprovar o projeto de Lei que Institui a Política Nacional de Proteção dos
Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista,parabens a todos os familiares ,amigos que juntos deram o seu suor por este projeto.

O  Mundo Azul  formado pelo grupo de pais fica feliz por esta grande conquista e com certeza vamos continuar a lutar pelos direitos,informando e conscientizando o Autismo.

Deixo uma reflexão para todas as lideranças:

A luta tem que continuar,não podemos desistir nunca.

A voz dos nosso filhos  depende da nossa UNIÃO.

Podemos ERRAR  mais o que importa e lutar com dignidade e determinação.

Com o tempo vamos acertar e conquistar com calma  os Direitos para os nossos filhos.

O Mundo Azul -Grupo de Pais

O Brasil Precisa Conhecer o Autismo deseja a todos.

Um Feliz  Ano Novo .

Ilton Caruso.

Membro Fundador do Mundo Azul.

 

BRASÍLIA – DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO 28dez2012
LEI 12.764, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012
Institui a Política Nacional de Proteção dos
Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3o
do art. 98 da Lei 8.112, de 11 de dezembro de 1990.

A P R E S I D E N T A D A R E P Ú B L I C A
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono
a seguinte Lei:
Art. 1o Esta Lei institui a Política Nacional de Proteção dos
Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e estabelece
diretrizes para sua consecução.
§ 1o Para os efeitos desta Lei, é considerada pessoa com
transtorno do espectro autista aquela portadora de síndrome clínica
caracterizada na forma dos seguintes incisos I ou II:
I – deficiência persistente e clinicamente significativa da comunicação e da interação sociais, manifestada por deficiência marcada de comunicação verbal e não verbal usada para interação social;
ausência de reciprocidade social; falência em desenvolver e manter
relações apropriadas ao seu nível de desenvolvimento;
II – padrões restritivos e repetitivos de comportamentos, interesses e atividades, manifestados por comportamentos motores ou
verbais estereotipados ou por comportamentos sensoriais incomuns;
excessiva aderência a rotinas e padrões de comportamento ritualizados; interesses restritos e fixos.
§ 2o A pessoa com transtorno do espectro autista é considerada pessoa com deficiência, para todos os efeitos legais.

Art. 2o São diretrizes da Política Nacional de Proteção dos
Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista:
I – a intersetorialidade no desenvolvimento das ações e das políticas e no atendimento à pessoa com transtorno do espectro autista;
II – a participação da comunidade na formulação de políticas
públicas voltadas para as pessoas com transtorno do espectro autista e
o controle social da sua implantação, acompanhamento e avaliação;
III – a atenção integral às necessidades de saúde da pessoa com
transtorno do espectro autista, objetivando o diagnóstico precoce, o
atendimento multiprofissional e o acesso a medicamentos e nutrientes;
IV – (VETADO);
V – o estímulo à inserção da pessoa com transtorno do
espectro autista no mercado de trabalho, observadas as peculiaridades
da deficiência e as disposições da Lei no
8.069, de 13 de julho de1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente);
VI – a responsabilidade do poder público quanto à informação pública relativa ao transtorno e suas implicações;
VII – o incentivo à formação e à capacitação de profissionais
especializados no atendimento à pessoa com transtorno do espectro
autista, bem como a pais e responsáveis;
VIII – o estímulo à pesquisa científica, com prioridade para
estudos epidemiológicos tendentes a dimensionar a magnitude e as
características do problema relativo ao transtorno do espectro autista
no País.
Parágrafo único. Para cumprimento das diretrizes de que
trata este artigo, o poder público poderá firmar contrato de direito
público ou convênio com pessoas jurídicas de direito privado.

Art. 3o São direitos da pessoa com transtorno do espectro autista:
I – a vida digna, a integridade física e moral, o livre desenvolvimento da personalidade, a segurança e o lazer;
II – a proteção contra qualquer forma de abuso e exploração;
III – o acesso a ações e serviços de saúde, com vistas à
atenção integral às suas necessidades de saúde, incluindo:
a) o diagnóstico precoce, ainda que não definitivo;
b) o atendimento multiprofissional;
c) a nutrição adequada e a terapia nutricional;
d) os medicamentos;
e) informações que auxiliem no diagnóstico e no tratamento;
IV – o acesso:
a) à educação e ao ensino profissionalizante;
b) à moradia, inclusive à residência protegida;
c) ao mercado de trabalho;
d) à previdência social e à assistência social.
Parágrafo único. Em casos de comprovada necessidade, a
pessoa com transtorno do espectro autista incluída nas classes comuns
de ensino regular, nos termos do inciso IV do art. 2o, terá direito a
acompanhante especializado.

Art. 4o A pessoa com transtorno do espectro autista não será
submetida a tratamento desumano ou degradante, não será privada de
sua liberdade ou do convívio familiar nem sofrerá discriminação por
motivo da deficiência.
Parágrafo único. Nos casos de necessidade de internação
médica em unidades especializadas, observar-se-á o que dispõe o art. 4o da Lei no
10.216, de 6 de abril de 2001.

Art. 5o A pessoa com transtorno do espectro autista não será
impedida de participar de planos privados de assistência à saúde em
razão de sua condição de pessoa com deficiência, conforme dispõe o art. 14 da Lei no 9.656, de 3 de junho de 1998.

Art. 6o ( V E TA D O ) .

Art. 7o O gestor escolar, ou autoridade competente, que recusar a matrícula de aluno com transtorno do espectro autista, ou
qualquer outro tipo de deficiência, será punido com multa de 3 (três)
a 20 (vinte) salários-mínimos.
§ 1o Em caso de reincidência, apurada por processo administrativo, assegurado o contraditório e a ampla defesa, haverá a
perda do cargo.
§ 2o( V E TA D O ).

Art. 8o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 27 de dezembro de 2012;

191o da Independência e 124o da República.
DILMA ROUSSEFF
José Henrique Paim Fernandes
Miriam Belchior

 

A arte deu a mão ao autismo na Escola Secundária Domingos Sequeira

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A arte deu a mão ao autismo na Escola Secundária Domingos Sequeira

Publicado em 20 Dezembro 2012 às 9:52 am. Tags: 

No início, qualquer papel que lhe dessem para as mãos era invariavelmente dividido em seis retângulos para ali desenhar uma história, quase sempre a mesma. No final de “Arte e Autismo” já não foi assim: Paulo, 8 anos, criou um dos trabalhos mais vistosos do projeto, um Calvin & Hobbes pintado quase sem mácula.

Para além deste caso de “mudança extraordinária”, como é descrito, há mais exemplos do sucesso deste projeto da Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de Leiria (APPDA – Leiria): um outro autista, muito profundo, revelava bastantes dificuldades em ter noção do tempo e do objeto que foi criando. “Só se conseguia trabalhar com ele fazendo a manipulação total das mãos. Mas no final ele já esfregava as mãos na tela por ele. Há ali manchas que foi ele que fez. É um bom sinal”, afirma José Oliveira, coordenador de artes da Escola Secundários Domingos Sequeira (ESDS), que apoiou e se envolveu em “Arte e Autismo”.

João Teodósio, presidente APPDA – Leiria, lembra que “a mais-valia deste projeto foi mesmo isso: esbater determinadas características do autismo”.

Entre outubro e novembro, dez autistas e 22 alunos da ESDS juntaram-se para dar forma a esta ideia inclusiva. “Para os nossos jovens foi uma aprendizagem muito importante, porque é uma forma de se relacionarem. Eles gostam de estruturação e de rotinas e se essa comunicação for conseguida, consegue-se tirar muito potencial deles”, sublinha João Teodósio.

Depois do convite feito pela APPDA – Leiria, a escola preparou-se a sério. Foi feita uma palestra aberta à turma participante e a outras da ESDS e, depois, os alunos voluntários, com idades entre os 16 e os 18 anos, receberam formação específica com duas técnicas especializadas.

“Exigi que tivéssemos formação especializada sobre o assunto. Verificou-se que muitas ideias que tínhamos relativamente à doença estavam erradas e o que pensávamos que deveríamos fazer em muitos aspetos estava também errado”, reconhece José Oliveira.

Essa preparação ajudou à integração entre estudantes e os jovens autistas, desenvolvendo-se uma relação “extremamente fácil” entre eles, descreve o professor, que coordenou o trabalho à distância, interferindo o mínimo. “Interessava-nos que se estabelecesse uma relação entre os estudantes e os jovens autistas”, estes com idades compreendidas entre os 6 e 20 anos.

José Oliveira, professor que coordenou “Arte e Autismo”, e João Teodósio, presidente da APPDA-Leiria

Trabalharam em grupos ao longo de várias semanas, criando quadros e até um conjunto escultórico. “Temos desde 90 por cento de trabalho do aluno, até aos 90 por cento do trabalho do autista”, conta José Oliveira, notando que as obras de arte foram crescendo à medida das possibilidades de cada um.

O relacionamento entre alunos da ESDS e os autistas foi de tal modo surpreende que, lembra José Oliveira, por vezes foi necessário retrair um pouco o entusiasmo dos voluntários. “O excesso de energia não é aconselhável com esta doença. Mas as críticas foram muito boas e o desejo deles era fazer de novo já. Por vontade deles, continuávamos já no segundo período”.

O projeto, que teve o apoio do Instituto Nacional para a Reabilitação (INR), envolveu dez jovens autistas institucionalizados em Leiria e Porto de Mós, num universo de cerca de duas centenas de autistas que se calcula existirem no distrito. “A nossa associação tem três anos em Leiria e temos dado passos gigantescos, mas falta-nos fazer um levantamento exaustivo”, assume João Teodósio.

Para os dez participantes em “Arte e Autismo”, foi a oportunidade de fazer algo fora das instituições que os recebem. “A nossa missão é trazê-los para fora, para o ensino regular, para que a inclusão se faça nos dois sentidos”, explica o presidente da APPDA-Leiria, que considera o processo de aprendizagem desenvolvido “muito importante”.

Segundo o responsável da associação, a ESDS foi escolhida porque havia “a noção de que esta escola facilitava a inclusão” e por ser “referência em Leiria”. “Já tinha tido prémios por ter alunos na primeira linha a diversas disciplinas e acaba por estar na primeira linha nesta área também. Além de que a adesão dos alunos foi espantosa e incrível”.

Para os alunos da ESDS, a experiência foi uma revelação. “Terá talvez sido até mais eficaz para os jovens da escola do que para os jovens portadores de autismo, no sentido de os levar a perceber e a aceitar melhor a diferença. A arte aqui foi um veículo”, refere José Oliveira. Inclusivamente alguns encarregados de educação comentaram com professores ter notado diferenças na atitude dos seus filhos face a este tipo de doenças. “Ao longo deste projeto fizemos uma grande aprendizagem”.

O sucesso da iniciativa – que culminou com a exposição dos trabalhos no átrio da ESDS – foi tal que responsáveis e alunos querem mais. A APPDA – Leiria já assumiu que vai apresentar nova candidatura ao INR para tentar repetir “Arte e Autismo” para o ano.

“A ideia é começar com esta área mais lúdica e técnica e, a partir daí, tentar que se alargue ao ensino inclusivo. Ainda temos de caminhar muito, mas acho que vamos conseguir lá chegar”, conclui João Teodósio.

Mundo Azul Grupo de PAIS

O Brasil Precisa Conhecer o Autismo.

 

Campanha “Sanciona Dilma !” o projeto de lei do Autismo

Campanha “Sanciona Dilma !”

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O Mundo Azul pede a participação de todos para aderir a campanha “Sanciona Dilma !”  mandando email conforme informação abaixo

casacivil@planalto.gov.br,

gabinetepessoal@presidencia.gov.br,

Caros amigos azuis, nosso PL finalmente chegou ao ponto máximo antes da SANSÃO! Esperamos muito por esse momento, rezamos, sofremos mas ACREDITAMOS, isso é que fez a diferença!! Agora precisamos continuar acreditando se queremos mudar o futuro da vida de NOSSOS FILHOS!! Precisamos mobilizar TODO MUNDO para enviar chuva de emails para casacivil@planalto.gov.br, gabinetepessoal@presidencia.gov.br,
isso garantirá a SANSÃO ANTES DO NATAL, e nossos fihos merecem! VOCÊS SEMPRE FIZERAM A DIFERENÇA e farão novamente eu tenho certeza! Vamos em frente companheiros, venceremos, por amor, por nossos filhos!

Mundo Azul – Grupo de Pais

O Brasil Precisa Conhecer o Autismo.

THE COLOR RUN E MUNDO AZUL – O BRASIL PRECISA CONHECER O AUTISMO.

THE COLOR RUN E MUNDO AZUL – O BRASIL PRECISA CONHECER O AUTISMO.

O Mundo Azul esteve presente nesta grande festa informando e conscientizando o Autismo no Rio de Janeiro informando e conscientizando o Autismo ,foi destribuido 10 mil panfletos na entrega dos Kits com parceria da The Color Run.

O Mundo Azul agradece a parceria com a The Color Run Ajudando a informar o Autismo no Brasil.

Mundo Azul Grupo de PAIS

O Brasil Precisa Conhecer o Autismo.

eu atleta color run (Foto: Bebel Clark /Globoesporte.com) 

– O que me fez me inscrever foi a diversão. Eu não tenho preparo físico para correr, precisaria treinar mais caso fosse uma prova diferente dessa, em que o foco é o entretenimento – disse a carioca de 27 anos.

Para a estilista Priscila Peliks Balassiano, de 28 anos, as cores foram fator fundamental para a escolha da sua primeira corrida de rua.

– É uma corrida diferente, pois permite que todo mundo fique igual. As cores acabam sendo uma motivação extra para quem quer praticar uma atividade física. Me incentivou muito, fiquei com vontade de disputar outras provas.

MONTAGEM Color Run no Aterro do Flamengo (RJ) 2 (Foto: Bebel Clark /Globoesporte.com)

Quem também é iniciante nas pistas e foi cativada pelo clima de descontração do evento é a fisioterapeuta Michelle Dias Costa, de 29 anos.

NOTA COLOR RUN (Foto: Bebel Clark / Globoesporte.com)Cynthia Bravo (esq.) e Priscila Peliks nunca haviam
corrido uma prova (Foto: Bebel Clark / GE.com)

– Quando eu soube da prova, me bateu uma vontade muito grande de correr. A cada quilômetro eu tinha mais vontade de seguir, pois sabia que logo em frente teriam mais tintas para me pintar. A partir dessa, vou começar a participar de provas comuns, incentivada pelo meu namorado.

Namorados, família, amigos. Fica bastante difícil pensar em disputar uma prova como essas sem a presença deles. É o que afirma a estudante Carolina Santiago, de 22 anos.

– Eu vim por causa dos meus amigos. Nunca corri uma prova, e a “The Color Run” era tão diferente que não tinha como ficar de fora. Gostei bastante, toparia repetir se estivesse acompanhada dos meus amigos, que fazem toda diferença.

NOTA COLOR RUN (Foto: Bebel Clark / Globoesporte.com)Michelle Costa foi levada pelo namorado e quer
seguir correndo (Foto: Bebel Clark / GE.com)

Para não dizer que a prova só trouxe cores e alegria, alguns deslizes na organização comprometeram a festa, como o atraso de quase uma hora na largada, a ausência de guarda-volumes, a falta de hidratação durante todo o percurso e o erro na logística de tintas necessárias para uma disputa com quase 10 mil corredores. Essa foi a reclamação da designer Cynthia Bravo, de 26 anos, moradora de São Paulo.

– Achei muito legal a prova e me diverti muito, mas o dimensionamento das tintas precisava ser melhor sincronizado com a largada. Como a largada foi em ondas, quem saiu mais atrás ficou tendo que se jogar no chão para conseguir se pintar, já que não havia mais voluntários atirando tinta em ninguém. O lado bom de tudo isso é que agora quero muito correr mais a sério, comecei até a treinar para participar e vou continuar. Sem dúvida, agora estou mais motivada a seguir correndo.

NOTA COLOR RUN (Foto: Bebel Clark / Globoesporte.com)Carolina Santiago (esq.) foi levada pelos amigos a fazer sua estreia (Foto: Bebel Clark / Globoesporte.com)

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O Mundo Azul E OS AMIGOS DO ATMOSFERAS PRESENTES NA CORRIDA THE COLOR RUN INFORMANDO E CONSCIENTIZANDO O AUTISMO.VALEU GALERA FOI MUITO LEGAL

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Campanha “Sanciona Dilma !”

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O Mundo Azul pede a participação de todos para aderir a campanha “Sanciona Dilma !”  mandando email conforme informação abaixo

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gabinetepessoal@presidencia.gov.br,

Caros amigos azuis, nosso PL finalmente chegou ao ponto máximo antes da SANSÃO! Esperamos muito por esse momento, rezamos, sofremos mas ACREDITAMOS, isso é que fez a diferença!! Agora precisamos continuar acreditando se queremos mudar o futuro da vida de NOSSOS FILHOS!! Precisamos mobilizar TODO MUNDO para enviar chuva de emails para casacivil@planalto.gov.br, gabinetepessoal@presidencia.gov.br,
isso garantirá a SANSÃO ANTES DO NATAL, e nossos fihos merecem! VOCÊS SEMPRE FIZERAM A DIFERENÇA e farão novamente eu tenho certeza! Vamos em frente companheiros, venceremos, por amor, por nossos filhos!

Mundo Azul – Grupo de Pais

O Brasil Precisa Conhecer o Autismo.

Empresa berlinense emprega autistas como consultores de TI

ALEMANHA

Empresa berlinense emprega autistas como consultores de TI

Autistas com síndrome de Asperger são muitas vezes bem qualificados, mas não encontram emprego. No Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, o caso dos autistas ilustra bem um potencial pouco explorado no mercado.

Na maioria das vezes, eles possuem bons conhecimentos profissionais, podem pensar de forma lógica e analítica e têm boa capacidade de concentração – mesmo em tarefas que precisam ser repetidas várias vezes. Eles são detalhistas, precisos e têm um alto padrão de qualidade. Mas nem sempre as empresas correrem atrás de tais empregados.

Por volta de 250 mil autistas com a síndrome de Asperger vivem na Alemanha. Trata-se de uma forma mais branda do autismo, cujos portadores possuem as qualidades acima mencionadas. Apesar disso, eles são frequentemente classificados como inaptos para trabalhar pela Agência Federal do Trabalho alemã.

Somente 15% das pessoas com a síndrome de Asperger têm um trabalho normal. O motivo é que elas têm problemas para se integrar num ambiente social de trabalho. Fica difícil atender às exigências das empresas: espírito de grupo, sensibilidade em lidar com outras pessoas e habilidade de comunicação.

Tobias Altrock, 26 anos, tem autismo de Asperger. Ele largou a escola no segundo ano do ensino médio. Até o fim deste ano, ele estava à procura de uma vaga como aprendiz num programa de formação profissional de alguma empresa.

“Não foi por causa das notas”

“Eu me candidatei muitas vezes, mas nunca fui aceito. Tentei encontrar uma vaga de aprendizado profissional”, disse Altrock. “Com certeza não foi por causa das notas, isso já me foi dito várias vezes. Meu psiquiatra me explicou que ele também não me contrataria, se eu fosse convidado para uma entrevista de trabalho. Pode-se ver no meu rosto que sou diferente e que não funciono da forma como geralmente se espera no mercado de trabalho.”

No entanto, no início de novembro, Altrock ganhou finalmente uma oportunidade na vida profissional. Ele foi empregado como consultor júnior na Auticon, uma firma de assessoria em Berlim – e com salário normal de mercado. A Auticon disponibiliza trabalhadores com síndrome de Asperger como consultores de TI (Tecnologia de Informação) para empresas.

Tobias Altrock tem problemas de comunicação e se irrita facilmente

A firma foi fundada há cerca de um ano por Dirk Müller-Remus, que deixou para trás seu cargo de executivo numa empresa de tecnologia médica. “A mudança foi ocasionada pelo fato de eu ter um filho com síndrome de Asperger”, disse. Segundo Müller-Remus, seu filho quase não é capaz de dar conta de sua vida cotidiana, mas possui enormes talentos e qualidades.

Para Müller-Remus, era difícil imaginar que seu filho poderia exercer uma profissão normal. “Daí tive a ideia de fundar uma empresa que se baseasse nos pontos fortes de autistas.”

Bons na gestão de qualidade

Os pontos fortes de muitos autistas com síndrome de Asperger estão principalmente na área de gestão de qualidade, diz Müller-Remus. Na maioria das vezes, eles podem pensar de forma bastante estruturada, analítica e lógica. E como há uma grande demanda por testadores de software, sua firma se especializou em treinar portadores da síndrome de Asperger nessa área e disponibilizá-los para empresas.

Para tal, a Auticon se baseia no conhecimento profissional que o candidato já possui. Muitos dos autistas com síndrome de Asperger aprendem temas da Tecnologia de Informação de forma autodidata. “Desde que tenho oito anos de idade, eu me interesso por questões de informática, por programação, hardware, software e lógica em geral. Tudo o que está ligado a algoritmos e lógica, esse é o meu talento, é o que eu posso fazer muito bem”, disse Altrock.

Müller-Remus planeja expansão

Para que um ambiente normal de trabalho não seja obstáculo para um consultor de TI, a Auticon lhes disponibiliza os chamados treinadores de trabalho, como Elke Seng. Num estágio inicial, ela identifica qual ambiente se adapta a cada funcionário, qual o tipo certo de iluminação, que tipo de barulho deve ser evitado, onde deve se localizar a mesa de trabalho, se a temperatura deve ser mais quente ou mais fria.

Quando, então, o consultor é inserido em alguma empresa, ela é responsável pela concepção adequada do local de trabalho e conversa com outros funcionários e com os chefes sobre as características do autismo de Asperger. “Muitos têm medo de autistas e pensam que eles podem fazer algo errado ou quebrar alguma coisa”, disse Seng. Segundo Müller-Remus, é preciso simplesmente “informar as firmas, bem e abertamente, que está chegando alguém que é diferente e de que forma ele é diferente”.

Expansão planejada

Em Berlim, até o momento, a Auticon já empregou seis consultores. Até o fim do ano, esse número deverá se elevar para 12. Também em Munique encontra-se em planejamento uma nova filial que deverá empregar, no início do próximo ano, seis autistas com síndrome de Asperger.

E graças a uma cooperação com a firma de telefonia móvel Vodafone, quatro postos de trabalho para portadores da síndrome de Asperger irão surgir numa nova filial que está sendo montada em Düsseldorf. Enquanto em outros países já existem empresas similares, na Alemanha, a Auticon é a primeira a treinar autistas com síndrome de Asperger para empresas.

Elke Seng: ‘talento de empregados floresce rapidamente’

O filho de Müller-Remus ainda não pôde se beneficiar da empresa de seu pai, pois seus talentos estão na área musical. Segundo levantamentos estatísticos, somente 15% dos autistas com síndrome de Asperger se interessam pela área de TI, disse Müller-Remus.

Por esse motivo, ele considera expandir gradualmente o portfólio de serviços da Auticon em torno do tema da gestão de qualidade. De modo que, no futuro, também possam ser empregados funcionários que tenham, por exemplo, seus pontos fortes nas áreas de idiomas e música.

Vantagens econômicas

Para a economia alemã, significa o aproveitamento de um grande potencial inexplorado; para o Estado, uma carga menor de assistência social. Mas e para os afetados?

“Eu ouvi e li biografias muito tristes e muito chocantes”, explicou Elke Seng. “Para muitos, e isso eles mesmos dizem, trata-se da última ou única oportunidade que tiveram no mercado de trabalho.”

Na Auticon, disse Seng, o potencial de tais empregados pode florescer num espaço mais curto de tempo. “Outro dia, um dos novos funcionários me disse: ‘Sra. Seng, na verdade eu tinha uma consulta com o psiquiatra, mas desde que eu comecei a trabalhar aqui, eu não preciso mais ir, porque estou me sentindo muito bem’.”

Autora: Insa Wrede (ca)
Revisão: Francis França

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