Archive | Julho 2012

Bebê com síndrome de Down estrela campanha de moda praia

Bebê com síndrome de Down estrela campanha de moda praia

Um bebê com síndrome de Down é a estrela de uma nova campanha da designer de moda praia Dolores Cortés. Valentina Guerrero tem dez meses, é de Miami e aparece na capa de um catálogo dos Estados Unidos da DC Kids. As informações são do Daily Mail.
A bebê também fez sua estreia na passarela há quatro dias durante o Mercedes-Benz Fashion Week Swim, que aconteceu em Miami. Ela apareceu no colo da estilista no final da apresentação.
Ela é a primeira criança com síndrome de Down a ser escolhida como o modelo principal de uma campanha de uma estilista prestigiada. Em comunicado a estilista disse que as pessoas com síndrome de Down são tão bonitas e merecem as mesmas oportunidades. “Estou emocionada por ter a Valentina para nós”, disse.
Dolores também anunciou que vai doar 10% dos lucros da nova coleção para a Down Syndrome Association of Miami.
Valentina nasceu em setembro do ano passado e é filha da apresentadora de TV Miami Cecilia Elizalde com Juan Fernando. Cecilia disse que sua filha a ensina muito mais do que ela cai ensiná-la a vida inteira. “Todas as crianças merecem as mesmas oportunidades, independentemente da sua condição física, econômica, social, racial ou médica”, acrescentou.

Ensino fundamental : 80% dos deficientes mentais não se formam

Ensino fundamental: 80% dos deficientes mentais não se formam

É assim que Carmen Aranha define o filho Antonio, portador de Síndrome de Down, que depois de completar o ensino básico começou a traçar o futuro no curso de qualificação profissional no Colégio Graphein, em São Paulo. O garoto de 21 anos faz parte de uma minoria, de acordo com os números apresentados recentemente pelo Censo Demográfico de 2010. Mais de 80% dos 2,2 milhões de entrevistados autodeclarados portadores de deficiência mental têm o ensino fundamental incompleto ou nenhuma instrução – em números absolutos, são 1,79 milhões de pessoas.
O estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela ainda que 61,1% da população com 15 anos ou mais e que porta pelo menos uma deficiência não tem nenhuma instrução ou não completou o ensino fundamental. Este número cai para 38,2% entre os que declaram não ter nenhuma dificuldade.
Na pesquisa, foram consideradas as deficiências visual, motora, auditiva e mental, sendo as três primeiras divididas por grau de severidade. “A mental já é considerada uma deficiência severa”, explica Andrea Borges, coordenadora do Comitê do Censo Demográfico do IBGE.
“Retardo do desenvolvimento intelectual caracterizado pela dificuldade que a pessoa tem em se comunicar com outros, de cuidar de si mesma, de fazer atividades domésticas, de aprender ou trabalhar, ou brincar”. Esta foi a definição usada no Censo para classificar portadores de deficiência mental e para colocá-la no alto grau de severidade. Andrea aponta que isso é diferente de doenças mentais como autismo e esquizofrenia, que não foram consideradas no estudo. Lentidão no raciocínio e grau de atenção comprometido são algumas das características que podem aparecer em portadores de deficiências intelectuais. Em relação à Síndrome de Down, casos mais comuns nas escolas, tais aspectos podem vir acompanhados de problemas na expressão oral e na visão.
Apesar das barreiras nomeadas pelo IBGE, os alunos que carregam consigo esta condição mostram avanços no processo de aprendizagem e de construção da independência. Para Nívea Fabrício, diretora do Colégio Graphein, instituição especializada na educação de crianças com dificuldades de aprendizado, planejamentos adequados para cada aluno devem ser pensados para atingir um desenvolvimento escolar de sucesso. “Depois que se aprende a trabalhar com ele e a usar as estratégias necessárias, se consegue resultados supreendentes”, comenta.

Elementos da rotina e o gosto por música, arte e outras áreas são explorados pelos professores da instituição que buscam criar um currículo específico para cada caso. “Tínhamos um aluno que gostava muito de rock, e através de uma banda, a gente criou materiais. Com as letras, trabalhamos interpretação de texto e escrita, com figuras, trabalhamos a memória”, lembra Maria Cecília Martins, pedagoga da escola.

A educadora explica que o ensino deve ser feito através de situações concretas, como aulas de culinária e informática, para trabalhar matérias como física e química. “No caso dos mais velhos, a gente adapta esses conteúdos. Vamos buscar trabalhar atualidades, reportagens de jornais, o que está ocorrendo no mundo. Isso desenvolve o raciocínio, a memória a compreensão e a oralidade”, diz.

A escola Matre Dei, também em São Paulo, apresenta uma proposta um pouco diferente. A instituição aceita crianças e adolescentes com Síndrome de Down, autismo, paralisia cerebral e deficientes físicos, mas os coloca em salas de aulas com crianças sem necessidades especiais. Segundo Lucila Cafaro, coordenadora da educação infantil, a integração ocorre de forma natural, já que a maioria dos alunos entra na escola quando pequeno e se acostuma com as diferenças ao longo do tempo. Para atender às condições especiais dos estudantes, é feita uma adaptação do material pedagógico.
Pesquisadora do IBGE aponta falta de escolas especializadas
Antonio, o garoto citado no início desta reportagem, teve as duas experiências ao longo de sua vida escolar: frequentou turmas regulares e especiais. Com a ajuda de uma educação direcionada, conseguiu terminar o ensino médio. Apesar de não ver tanta diferença entre os dois tipos de escola, a mãe, Carmen, enxerga uma vantagem na especializada: “Ali um vê a dificuldade do outro, um ajuda o outro. É uma proposta muito interessante”, observa.

Professora da Universidade Estadual de São Paulo (USP), Carmen acredita que a ideia de inclusão só funciona até uma determinada série, “porque quando ficam mais velhos, os alunos podem se tornar mais preconceituosos”, acredita. “Deveria ter em uma classe mais ou menos três crianças especiais e isso tem que ser bem trabalhado pela escola”. Entretanto, não crê que este fator possa explicar a falta de instrução de portadores de deficiência apontada pelo IBGE.
A coordenadora do Comitê do Censo Demográfico do IBGE atribui à falta de escolas especializadas uma das causas para o resultado da pesquisa. “Grande parte dessas pessoas têm mais idade e vem de uma época em que não se tinha incentivo a pessoas com deficiência para entrar na escola. A educação especial é algo mais recente”, explica.
Porém, os portadores de necessidades especiais que terminaram o ensino básico encontraram menos obstáculos no acesso à universidade. Os números absolutos são discrepantes, mas proporcionalmente, a diferença cai consideravelmente. Andrea aponta que 6,7% dos 2,2 milhões entrevistados com 15 anos ou mais e que declararam ter pelo menos uma deficiência terminaram o ensino superior. No universo de 102,6 milhões que responderam não ter nenhuma dificuldade, 10,4% acabaram a graduação, menos de quatro pontos percentuais em relação aos portadores de necessidades especiais. A diferença é menor do que na comparação entre os dados sobre a conclusão do ensino fundamental, que representa 22,9 pontos percentuais.

A pesquisadora destaca ainda as diferenças regionais reveladas na pesquisa. “A gente vê que o Sudeste é onde tem o menor percentual. É onde tem um desenvolvimento econômico mais avançado, já está preparado para receber este aluno com deficiência”, analisa. A região sudeste apresentou o menor percentual entre os declarados deficientes com 15 anos ou mais, com 52,6 %, enquanto o Nordeste mostrou a maior porcentagem, com 67,7%.
Mundo Azul Grupo de Pais
O Brasil Precisa Conhecer o Autismo.

MUNDO AZUL NA CORRIDA 400 ANOS DE SÃO LUIS -O BRASIL PRECISA CONHECER O AUTISMO

O Mundo Azul esteve presente na corrida dos 400 anos de São Luis,Claudio Garces e Darly Machado distribuiram panfletos e falaram sobre o Autismopara população de São Luis (Maranhão)informando e conscientizando a população local, Felipe, 10 anos autista, subiu no palco de premiação, e uma medalhista lhe colocou uma medalha por premiação de superação de seus limites.
Parabens Claudio e Darly pela luta em prool do Autismo,estamos juntos nesta luta para uma sociedade melhor.
Mundo Azul Grupo de PAIS
O Brasil Precisa Conhecer o Autismo.

MUNDO AZUL E APADEM -RIO BONITO PRECISA CONHECER O AUTISMO

MUNDO AZUL E APADEM -RIO BONITO PRECISA CONHECER O AUTISMO

No dia 2 de julho foi realizado na cidade de Rio Bonito a sessão solene em defesa dos Autismo como tema – Rio Bonito Precisa Conhecer o Autismo,voçe conhece??
Com a presença de grandes lideranças do Autismo com a participação de Berenice,Claudia Moraes,BARBARA arente Pa palestra para pais ,educadores e profissionais foi um grande sucesso

Criança autista é pega no ar depois de cair do terceiro andar nos EUA


Criança autista é pega no ar depois de cair do terceiro andar nos EUA

Uma garota de sete anos foi salva ao cair do terceiro andar de um prédio no Brooklyn, nos Estados Unidos. A garota foi pega no ar por um vizinho, que depois de ver a pequena Keyla McCree dançando em cima do ar-condicionado, se posicionou embaixo da janela para proteger a criança caso ela caísse.
Keyla tem autismo e passou por uma fresta da janela para sair do apartamento e subir no ar-condicionado. Ela ficou dançado e cantando perigosamente equilibrada na parte do aparelho que fica para fora do prédio. De acordo com o jornal New York Daily News, depois de se desequilibrar ela despencou de mais de sete metros de altura e foi segurada antes de bater no chão pelo motorista de ônibus Steve St Bernard, de 52 anos.

Felizmente ela não se machucou na queda, mas Steve ficou com um tendão do braço esquerdo rompido devido ao esforço. Eu fui lá para ter certeza de que caso ela caísse eu pudesse pegá-la”, contou Steve, que também disse que não queria ser tratado como herói. “Qualquer um teria feito o mesmo. Agi assim seguindo meus instintos”, relatou ao jornal americano. Ele é pai de quatro filhos e disse que um deles tem a mesma idade de Keyla.
Saleema McCree, mãe de Keyla, contou que tinha colocado a filha para dormir e estava olhando o outro filho quando tudo aconteceu. Ainda de acordo com ela o aparelho estava com um defeito no painel, que foi o buraco que a filha usou para ir para o lado de fora do apartamento. A polícia informou que não vai registrar denúncias contra Saleema.

Mundo Azul Grupo de pais
O Brasil Precisa Conhecer o Autismo

CÉSAR CIELO, LEONARDO DE DEUS, THIAGO PEREIRA,TALES CERDEIRA, NICOLOS OLIVEIRA, HENRIQUE BARBOSA, VINICIUS WAKED e NICOLAS SANTOS – EU APOIO O BRASIL PRECISA CONHECER O AUTISMO.


A EQUIPE PRO16 FORMADA POR CÉSAR CIELO, LEONARDO DE DEUS, THIAGO PEREIRA,TALES CERDEIRA, NICOLOS OLIVEIRA, HENRIQUE BARBOSA, VINICIUS WAKED e NICOLAS SANTOS ENTRA NA CAMPANHA – EU APOIO O BRASIL PRECISA CONHECER O AUTISMO,ELES ACHAM IMPORTANTE QUE A SOCIEDADE TENHA INFORMAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO.
A EQUIPE PRO16 NO INTERVALO DO TREINO PARA AS OLIMPÍADAS VESTEM A CAMISA DO MUNDO AZUL, MOSTRANDO QUE ESTÃO CONSCIENTE NA CAUSA DO AUTISMO NO BRASIL.
EM NOME DOS PAIS DO MUNDO AZUL AGRADECEMOS A HOMENAGEM E DESDE JÁ DESEJAMOS AOS NOSSOS ATLETAS OLÍMPICOS MUITO SUCESSO E QUE TRAGAM BASTANTES MEDALHAS PARA O NOSSO PAÍS.
MUNDO AZUL GRUPO DE PAIS
O BRASIL PRECISA CONHECER O AUTISMO.

Homem autista caminha por 64 km comendo sapos e raízes nos EUA

Homem autista caminha por 64 km comendo sapos e raízes nos EUA
William foi encontrado vivo por helicóptero após andar por três semanas.
Pai diz que filho decidiu fazer percurso a pé em vez de pegar carona.
Do G1, com AP

Comente agoraUm homem autista sobreviveu comendo sapos e raízes enquanto vagava por semanas no remoto deserto de Escalante no sul do estado norte-americano de Utah, até ser resgatado, muito magro, mas vivo, nesta-quinta-feira (12).

William Martin LaFever, 28, de Colorado Springs, Colorado, disse a equipes de resgate que, além da comida que ele caçou, incluindo alguns sapos, ele bebia a água do rio Escalante ao tentar andar de Boulder, Utah, para Page, Arizona, uma distância de cerca de 144 quilômteros, pelo caminho que ele parecia estar fazendo.

O gabinete do xerife do Condado de Garfield estimou que ele tinha viajado cerca de 64 quilômetros por pelo menos três semanas antes de ser encontrado nesta quinta-feira.

“É um dos terrenos mais acidentados e implacáveis que você vai encontrar em qualquer lugar da Terra. Penhascos irregulares, bordas de pedra, arenito, artemísia” disse a porta-voz do xerife, Becki Bronson, em uma entrevista por telefone.

“Onde William estava caminhando, simplesmente não há ninguém”, disse ela. “Não há pessoas. Não há nenhuma cidade.”

O departamento do xerife disse que foi notável que os pesquisadores a bordo do helicóptero foram capazes de encontrar LaFever, ainda mais vivo.

O delegado Ray Gardner, que recentemente completou um treinamento em operações de busca e salvamento de pessoas com autismo e estava a bordo do helicóptero, disse que LaFever não teria sobrevivido mais 24 horas.

O helicóptero levou LaFever para um hospital, em Panguitch. O local disse que não poderia divulgar qualquer informação sobre seu estado de saúde.

Assalto
LaFever estava tentando chegar em Page porque seu pai, John LaFever, de Colorado Springs, disse a ele que iria enviar dinheiro para o filho lá, segundo a polícia.

William tinha chamado seu pai no dia 6 ou 7 de junho para dizer que estava caminhando na área de Boulder com seu cachorro, que alguém tinha roubado parte de seu equipamento de caminhada e que ficou sem dinheiro. John LaFever disse a seu filho para pegar uma carona para Page de recolher o dinheiro.

Sem seu pai saber, supostamente, William LaFever decidiu caminhar pelo rio Escalante e depois pegar uma carona de barco ao longo do Lago Powell a Page – o percurso de 144 quilômetros -, ao invés de tentar pegar uma carona, disse o departamento do xerife.

LaFever andou ao longo do rio, mas ficou sem comida. Seu cão o deixou, e Lafever começaram a abandonar o que carregava até só ficar com a roupa e os sapatos que usava quando foi encontrado.

O cão não foi visto desde então. As autoridades não sabem por que o cachorro saiu correndo, disse Bronson.

O telefonema no início de junho foi a última vez que a família soube de LaFever.

Resgate
A especialização de Gardner na busca de pessoas com autismo ensinaram-lhe que autistas são naturalmente atraídos pela água, assim o helicóptero focou noo Rio Escalante, disse o departamento.

A equipe de helicóptero avistou LaFever na tarde desta quinta, sentado no rio Escalante a cerca de cinco quilômetros de Lake Powell, fracamente acenando para o avião. “Em toda a minha carreira nunca vi alguém tão magro”, disse Gardner.

Lafever estava tão fraco que não conseguia ficar de pé, mas ele estava tão ansioso para ter contato humano que a princípio ele não parava de falar em vez de comer ou beber, disse o departamento. Ele finalmente parou, tomou uma bebida e comeu uma barra de cereais.