Archive | Abril 2012

LEONEL MESSI- “GRANDE LIÇÃO DOS PAIS QUE NÃO DESISTIRAM DO SONHO: CURAR O FILHO.”

Paradoxos da vida…
Mesmo que você não goste de futebol, leia para ver como são certas passagens da vida.

Para os adeptos do Barça, a oitava maravilha é Messi. Eis uma história, uma lição de vida, que encanta Camp Nou.

É uma desforra bem pessoal, a história do menino autista aos 8 anos, anão aos 13, que via o mundo a 1,10m do solo.
É esse mesmo, Lionel Messi, que botou o corpo à base de tratamentos hormonais e que, 59 centímetros depois, encanta o mundo do futebol, naquele jeito singularíssimo de conduzir a bola colada ao genial pé esquerdo, como se o couro redondo fosse um mano siamês, uma mera extensão corporal, um órgão vital, inseparável.
Barcelona rende-se ao talento de “La Pulga” e os adversários caem aos pés de um talento
puro e raro.
E por muito talento que tivesse para jogar a bola, estaria o rapaz consciente do destino glorioso que lhe estava reservado?
O miúdo de 16 anos que vestiu pela primeira vez a camisola da equipe principal do Barcelona num jogo com o F. C. Porto, a 16 de Novembro de 2003, na inauguração do Estádio do Dragão, o Lionel Messi que agora caminha sobre a água, é ainda o mesmo menino que sobrevoou o Atlântico, em 2000, para se curar de uma patologia hormonal.
Lá na Argentina, na Rosário natal, os prognósticos médicos eram arrasadores: sem tratamento eficaz contra o nanismo, Lionel chegaria à idade adulta com 1,50 metros, no máximo.
Os diagnósticos alarmaram os Messi. E o custo dos curativos também: mil euros mensais, ou seja, quatro meses de rendimentos da família de La Heras, um bairro pobre de Rosário. Mas o pai de Lionel não se resignou.
Sabia que o filho, pequeno no corpo, era gigante no talento. E não aceitou a fatalidade.
Nessa altura, o prodígio de dez anos despontava no Newells Boys, fintando meninos com o dobro do tamanho e marcando gols atrás de gols.

O pai sugeriu ao clube que pagasse os tratamentos de Lionel. A resposta foi negativa.
E o mesmo sucedeu quando os Messi foram bater à porta do grande River Plate.
Na adversidade, a família Messi teve mais força, com a ajuda de uma tia de Lionel, emigrada na Catalunha.
E foi assim, em 2000, ainda antes de completar 13 anos, que Lionel e os pais viajaram até Lérida.
Dias depois, o pequeno prodígio foi fazer testes no Barcelona…
E com a bola quase a dar-lhe pelos joelhos, aquela habilidade enorme logo maravilhou os treinadores do Barça.
Carles Rexach, director do centro de formação do Barcelona, ficou maravilhado com o prodigiozinho argentino.
Ao cabo de dois treinos, não hesitou e logo tratou de arranjar contrato.
E ficou espantado com a proposta do pai do craque: o Barça só tinha de lhe pagar os tratamentos que os médicos argentinos sugeriam. Foi dito e feito.
Durante 42 meses, Lionel levou, todos os dias, injecções de somatropina, hormônio de crescimento inscrito na tabela de produtos proibidos pela Agência Mundial Antidopagem, e só autorizada para fins terapêuticos.
Em 2003, o milagroso hormônio fizera de Lionel o que ele é hoje, um rapagão de… 1,69 metros!

No Verão de 2004, acabadinho de fazer 17 anos, e já com contrato profissional, entrou para a equipe B do Barça.
Mas fez só cinco jogos, porque aquele enorme talento não cabia no “Miniestadi”. Reclamava palcos maiores.
E rapidamente começou a jogar no Camp Nou, na equipe principal.
Em 16 de Outubro de 2004, o prodígio fez a grande estreia na liga espanhola, num dérbi com o Espanhol.
Em 1º de Maio de 2005 entrou para a história do Barça: marcou no Albacete e tornou-se no mais jovem jogador a marcar um gol pelo Barcelona. Aos 17 anos, dez meses e sete dias, começou a lenda.
Cinco anos depois, Messi teve a consagração absoluta.
Foi eleito Melhor Jogador do Mundo de 2009, após uma época de sonho, concluída com um feito inédito do Barça “de las seis copas”: campeão de Espanha, da Taça do Rei, da Supertaça Espanhola, da Supertaça Europeia, da Liga dos Campeões, do Mundial de Clubes. Ufff!

O craque que o Barça contratou pelo custo da terapia de crescimento é, hoje, a maior jóia do futebol mundial, segurada por uma cláusula de rescisão de… 250 milhões de euros!
E é, também, o mais bem pago de todos: o menino pobre do bairro de la Heras é, agora, multimilionário, recebendo qualquer coisa como 33 milhões de euros anuais em salários e publicidade.
Nem em contos…
Lionel Andrés Messi >> 23 anos (24/06/1987)
Nacionalidade: Argentina (os argentinos têm vergonha de não terem tratado do rapaz).
Títulos: campeão Espanha (2005, 2006, 2009, 2010 e 2011), taça do rei (2009); Supertaça Espanha (2005, 2006, 2009 e 2010); liga dos campeões (2006, 2009); supertaça europeia (2009); mundial de clubes (2009).

“GRANDE LIÇÃO DOS PAIS QUE NÃO DESISTIRAM DO SONHO: CURAR O FILHO.”
Não se focaram só no problema, mas sim na solução e sem a ajuda dos clubes argentinos.

CLIP MUNDO AZUL 2 DE ABRIL DE 2012 PRAIA DO LEBLON – DIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO

O Mundo Azul Grupo de Pais – O Brasil Precisa Conhecer o Autismo apresenta o clip da passiata realizado na praia do Leblon no dia 2 de Abril – Dia Mundial da Conscientização do Autismo no Brasil.
Parabens a todas as familias que participaram do evento e ainda teremos muitas surpresas, nesta quarta feira vamos exibir a primeira Palestra da I Jornada Cientifica do Mundo Azul com a Dra. Renata Mousinho.
Mundo Azul Grupo de Pais
O Brasil Precisa Conhecer o Autismo.

ÚLTIMO CENSO DO IBGE REVELA 45,6 MILHÕES DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO PAÍS


27/04/12 18h33
ÚLTIMO CENSO DO IBGE REVELA 45,6 MILHÕES DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO PAÍS
Entenda os critérios adotados para o levantamento desse dado.

Pessoas com deficiência no Brasil somam 45 milhões. Estudantes participam das Paralimpíadas Escolares 2011 (foto).
No dia 16 de Novembro de 2011, o IBGE divulgou os primeiros resultados do Censo Demográfico de 2010 relativos aos temas pesquisados no inquérito da amostra: deficiência, nacionalidade, estado conjugal e maternidade precoce, dentre outros. As tabelas que compõem esta primeira etapa da divulgação apresentam resultados que dizem respeito às características de migração, nupcialidade, fecundidade, educação, trabalho e deficiência. Como afirma o IBGE:

“Cabe esclarecer que os dados utilizados para gerar os resultados que compõem esta divulgação são preliminares, pois ainda não foram submetidos a todos os processos de crítica inerentes ao Censo Demográfico 2010. No entanto, como existe uma grande demanda por essas informações, o IBGE está divulgando um conjunto de dados para o Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação” (Notas Técnicas, Resultados Preliminares da Amostra, IBGE, 2011).

Censo do IBGE 2010: 45 milhões de brasileiros com deficiência

Mesmo com esta ressalva, para a variável deficiência, os números globais para o Brasil e os Estados podem ser considerados como praticamente consolidados, ficando para divulgação posterior o detalhamento das informações (sexo, gênero, faixa etária e outros), além dos indicadores dos municípios.

Antes de apresentar os dados, é preciso conhecer os critérios e definições que foram utilizados para pesquisa, conforme o quadro abaixo:

DEFICIÊNCIA

Foi pesquisada a existência dos seguintes tipos de deficiência permanente: visual, auditiva e motora, de acordo com o seu grau de severidade, e, também, mental ou intelectual.

Deficiência visual
Foi pesquisado se a pessoa tinha dificuldade permanente de enxergar (avaliada com o uso de óculos ou lentes de contato, no caso de a pessoa utilizá-los), de acordo com a seguinte classificação:

– Não consegue de modo algum – para a pessoa que declarou ser permanentemente incapaz de enxergar;
– Grande dificuldade – para a pessoa que declarou ter grande dificuldade permanente de enxergar, ainda que usando óculos ou lentes de contato;
– Alguma dificuldade – para a pessoa que declarou ter alguma dificuldade permanente de enxergar, ainda que usando óculos ou lentes de contato; ou – Nenhuma dificuldade – para a pessoa que declarou não ter qualquer dificuldade permanente de enxergar, ainda que precisando usar óculos ou lentes de contato.

Deficiência auditiva
Foi pesquisado se a pessoa tinha dificuldade permanente de ouvir (avaliada com o uso de aparelho auditivo, no caso de a pessoa utilizá-lo), de acordo com a seguinte classificação:

– Não consegue de modo algum – para a pessoa que declarou ser permanentemente incapaz de ouvir;
– Grande dificuldade – para a pessoa que declarou ter grande dificuldade permanente de ouvir, ainda que usando aparelho auditivo;
– Alguma dificuldade – para a pessoa que declarou ter alguma dificuldade permanente de ouvir, ainda que usando aparelho auditivo; ou
– Nenhuma dificuldade – para a pessoa que declarou não ter qualquer dificuldade permanente de ouvir, ainda que precisando usar aparelho auditivo.

Deficiência motora

Foi pesquisado se a pessoa tinha dificuldade permanente de caminhar ou subir escadas (avaliada com o uso de prótese, bengala ou aparelho auxiliar, no caso de a pessoa utilizá-lo), de acordo com a seguinte classificação:

– Não consegue de modo algum – para a pessoa que declarou ser permanentemente incapaz, por deficiência motora, de caminhar e/ou subir escadas sem a ajuda de outra pessoa;
– Grande dificuldade – para a pessoa que declarou ter grande dificuldade permanente de caminhar e/ou subir escadas sem a ajuda de outra pessoa, ainda que usando prótese, bengala ou aparelho auxiliar;
– Alguma dificuldade – para a pessoa que declarou ter alguma dificuldade permanente de caminhar e/ou subir escadas sem a ajuda de outra pessoa, ainda que usando prótese, bengala ou aparelho auxiliar; ou
– Nenhuma dificuldade – para a pessoa que declarou não ter qualquer dificuldade permanente de caminhar e/ou subir escadas sem a ajuda de outra pessoa, ainda que precisando usar prótese, bengala ou aparelho auxiliar.

Deficiência mental ou intelectual

Foi pesquisado se a pessoa tinha alguma deficiência mental ou intelectual permanente que limitasse as suas atividades habituais, como trabalhar, ir à escola, brincar etc. A deficiência mental é o retardo no desenvolvimento intelectual e é caracterizada pela dificuldade que a pessoa tem em se comunicar com outros, de cuidar de si mesma, de fazer atividades domésticas, de aprender, trabalhar, brincar etc. Em geral, a deficiência mental ocorre na infância ou até os 18 anos. Não se considerou como deficiência mental as perturbações ou doenças mentais como autismo, neurose e esquizofrenia.

Fonte: Notas Técnicas, Resultados Preliminares da Amostra, IBGE, 2011

Definidos esses critérios, os seguintes resultados foram apurados para o Brasil:

BRASIL – CENSO 2010

População total: 190.755.799 (100,0%)

Pelo menos uma das deficiências investigadas*: 45.623.910 (23,9%)

Nenhuma dessas deficiências: 145.084.578 (76,1%)

*As pessoas incluídas em mais de um tipo de deficiência foram contadas apenas uma vez.

Fonte: IBGE – Censo Demográfico 2010 – Resultados Preliminares da Amostra

Em relação ao último Censo Demográfico, realizado em 2000, há um expressivo crescimento no número de pessoas que declarou algum tipo de deficiência ou incapacidade. Naquela ocasião, 24.600.256 pessoas, ou 14,5% da população total, assinalaram algum tipo de deficiência ou incapacidade (em texto posterior, abordaremos as mudanças ocorridas entre os questionários de 2000 e 2010.

Em síntese, pode-se dizer que, em 2010, houve uma simplificação no inquérito de maneira a apurar diretamente os níveis de incapacidade e a deficiência intelectual. Mesmo com essas mudanças, os dados podem ser comparados em vários aspectos.

A seguir apresentam-se os resultados por tipo e grau de severidade das deficiências:

BRASIL – PESSOAS COM DEFICIÊNCIA EM 2010

Deficiência Visual – 35.791.488
Não consegue de modo algum – 528.624
Grande dificuldade – 6.056.684
Alguma dificuldade – 29.206.180

Deficiência Auditiva – 9.722.163
Não consegue de modo algum – 347.481
Grande dificuldade – 1.799.885
Alguma dificuldade – 7.574.797

Deficiência Motora – 13.273.969
Não consegue de modo algum – 740.456
Grande dificuldade – 3.701.790
Alguma dificuldade – 8.831.723

Deficiência Mental/Intelectual – 2.617.025

Fonte: Censo Demográfico 2010 – Resultados Preliminares da Amostra
Referência: http://www.portaldeacessibilidade.rs.gov.br/

http://deficientefisico.com/resultados-do-censo-2010-feito-pelo-ibge-sobre-pessoas-com-deficiencia

AÇÃO GLOBAL dia 05 de maio na Vila Olímpica da Mangueira


O Mundo Azul,SESI/RJ e a Rede Globo realizam o Evento Ação Global Regional com o objetivo de beneficiar a população de nossa Cidade, proporcionando-lhes, acesso direto a serviços de utilidade pública, além de ações sócio-educativas e preventivas nas áreas de Educação, Saúde, Lazer e Cultura.

Baseado nos princípios de informação e de mobilização, como estratégias de inclusão e cidadania e na Responsabilidade Social individual e coletiva, a Ação Global, a cada ano, vem se consolidando como um dos mais significativos acontecimentos de caráter democrático e de ativação dos sentimentos de cidadania que o Brasil conhece.

Além das atividades desenvolvidas pelo SESI, a Ação Global se caracteriza pelo sistema de parcerias, envolvendo Entidades Federais, Estaduais e Municipais que oferecem à comunidade acesso direto a serviços de utilidade pública.

dia 05 de maio, de 9 às 17h, realizaremos a Ação Global na Vila Olímpica da Mangueira Rua Santos Melo, 73 – Bairro São Francisco Xavier/RJ e convidamos a participar como parceiro nesta grande festa de cidadania, disponibilizando os serviços de atendimento ao público.

MUNDO AZUL GRUPO DE PAIS
O BRASIL PRECISA CONHECER O AUTISMO

O Mundo Azul -Parque Aquático Maria Lenk Rio de Janeiro

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O Mundo Azul esteve presente no campeonato brasileiro de natação realizado no Parque Aquático Maria Lenk Rio de Janeiro Rio de Janeiro/RJ levando informação e conscientização do Autismo,foi distribuido 400 panfletos e camisas do Mundo Azul como forma de divulgação para sociedade.
Cesar Cielo está no lugar a que está acostumado: o topo do mundo. E desta vez tem a companhia de outro brasileiro, Bruno Fratus, no degrau logo abaixo. No caminho que leva até os Jogos Olímpicos de Londres, em julho deste ano, Cesar Cielo, do Flamengo, teve um grande teste na final dos 50m livre, na noite desta quarta-feira, 25/04. Ele fez 21s38 e assumiu o lugar de melhor do planeta na prova em 2012, além de superar sua melhor marca antes do advento dos trajes tecnológicos, 21s50.

– Estou muito satisfeito mesmo. Tinha mirado um tempo um pouco melhor hoje, mas tem uma janelinha de melhora pra Olimpíada. Não tava mirando isso aí (o melhor tempo do mundo), queria competir comigo mesmo. O importante é bater na prova e ficar satisfeito. É um tempo muito bom. Espero que o Albertinho (técnico Alberto Silva) tenha gostado. Ele anda mais ambicioso nos tempos do que eu. Agora é pensar nos 100m livre. Acho que esse tempo abriu uma boa perspectiva. E pra ganhar a medalha de ouro na Olimpíada quero baixar mais um pouco esse tempo – explicou.

Bruno Fratus, do Pinheiros, nas eliminatórias fez 21s70 e tirou o australiano James Magnussen do alto do ranking mundial do ano. Na final aumentou um pouco marca para 21s76 e agora o Brasil tem o primeiro e o segundo no ranking de 2012. Cesar Cielo acredita que o país pode sonhar em ter pela primeira vez uma dobradinha olímpica na natação e Bruno Fratus concorda.

– A gente tem trabalhado especificamente em cima dos 50m e estamos seguindo o planejamento com essa constância de tempos. Acredito que por volta de 21s50 seja um tempo de pódio nas Olimpíadas. Sobre a dobradinha eu concordo. É só olhar o ranking mundial e ver que estamos no páreo – disse.

Relembrando, Cesar foi campeão e recordista olímpico nos Jogos de Pequim 2008, com 21s30, e bateu o recorde mundial no final de 2009, com 20s91.

Thiago Pereira, do Corinthians, venceu com meio corpo os 200m medley com o segundo tempo do ranking mundial – 1m57s11 – que é melhor que seu índice olímpico e recorde de campeonato feito no Maria Lenk de 2011, 1m57s38. O topo dos 200m medley em 2012 é do americano Michael Phelps, 1m56s32. O segundo lugar era do japonês Kosuke Hagino, 1m58s01.

Henrique Rodrigues, do Fluminense, fez 1m58s91, e melhorou bastante o tempo que ano passado o colocou nos Jogos Olímpicos, 1m59s02.

– Baixei o tempo e já é uma vitória pra mim. Fiquei muito contente. E agora o foco é a Olimpíada. Estou muito animado agora. Estou cansado, pesado e nadando bem, quando estiver descansado vai ser bom o resultado – disse.

Nos 50m livre feminino Graciele Herman, do Grêmio Náutico União, ficou em segundo (25s15) atrás da dinamarquesa Jeanette Ottensen (25s06), do Corinthians. Gracielle confirmou seu índice.

Outra prova aguardada foi a de 100m borboleta. Cinco nadaram na casa dos 52 segundos nas eliminatórias e Kaio Márcio Almeida, do Fluminense confirmou seu índice pela manhã. Na final todos aumentaram os tempos. Glauber Silva, do Minas Tênis, venceu com 52s46 e está quase no índice 52s33. A prova tem apenas Kaio Márcio confirmado, logo, vai para a Tentativa Olímpica, de 9 a 12 de maio para preenchimento da segunda vaga.

Nas últimas provas do dia, Luiz Arapiraca, da Unisanta, levou o ouro nos 1500m livre (15m22s73) e o revezamento 4x200m livre do Flamengo, com João de Lucca, Eduardo Duarte, Leonardo de Deus e André Schultz bateu o recorde de campeonato com 7m20s02. O tempo anterior, de 2011, era do Corinthians, 7m20s69.

O Troféu Maria Lenk de Natação será realizado com recurso dos Correios – Patrocinador Oficial dos Desportos Aquáticos Brasileiros – e ainda do Bradesco/Lei de Incentivo Fiscal, Lei Agnelo/Piva – Governo Federal – Ministério do Esporte, Speedo e Sadia.

Eliana Alves / Souza Santos / Mariana de Sá
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Pai ‘grampeia’ filho autista e descobre agressões verbais da

Pai ‘grampeia’ filho autista e descobre agressões verbais da professora Isabel Clemente | Família | agressão verbal, assédio, autismo, bullying, escolas, filhos Em tempos de grampos e escandalosas revelações feitas graças a escutas legais (e talvez até ilegais), imagine mandar uma criança “grampeada“ para a escola a fim de descobrir abuso por parte dos professores? Você faria isso?

Foi o que o pai de um menino autista de dez anos fez, nos Estados Unidos. Stuart Chaifetz, de New Jersey, resolveu mandar um gravador escondido no filho, desconfiado dos surtos de ansiedade e das reclamações que partiram da própria escola sobre o comportamento violento de Akian, o filho, que estaria batendo na professora e atirando cadeiras.

Autista e com dificuldades de comunicação, o garoto tinha uma natureza dócil e amorosa, afirma o pai. “Alguma coisa estava acontecendo na escola com meu filho, porque não fazia sentido”, diz o pai, em vídeo postado no YouTube. O garoto retornou para casa com horas de gravação classificadas pelo pai como abuso e agressão verbal. O pai flagrou não só conversas impróprias dos professores, sobre abuso de álcool e suas vidas sexuais, na frente das crianças, mas crueldade verbal. “Naquele dia, minha vida mudou para sempre. Ouvi coisas nojentas, vis…era bullying contra meu filho”, diz.

Revoltado, Stuart desabafou: “eles sabiam que nenhum daqueles meninos seria capa de relatar em casa o que se passava na escola”.

Trechos do áudio:

“Com quem você está falando? Com ninguém?”, pergunta a professora para o menino, que, às vezes, fala sozinho. Chateado, ele começa a chorar alto.

“Vai, pode continuar o choro, sabe por quê? Porque você não vai conseguir nada até você calar a boca”, continua a ajudante.

Dias depois, o pai conta ter enviado um email para a professora perguntando se alguém, na escola, tinha mandado Akian calar a boca, com essa expressão. Segundo ele, a professora responder “não, nós não fazemos isso”. Se tem algo na escola que pode deixar os pais temerosos é o bullying, o comportamento inadequado, às vezes violento, de agressão verbal e até física por parte de outras crianças. Humilhação, ou implicâncias aparentemente inocentes que podem deflagrar um processo de rejeição e aniquilamento psicológico de uma criança, ainda crua na arte de defender-se. Ninguém quer ver o filho passar por isso. Mas e quando essa agressão vem da equipe que deveria justamente protegê-lo?

De todas as paranoias que frequentam a cabeça dos pais, o medo de que os filhos sejam maltratados por empregados, por exemplo, ocupa a pole position de quem precisa trabalhar e não tem com quem deixar os pequenos. Muitas pessoas preferem a creche justamente por acreditar que, no ambiente coletivo, mais olhos estão atentos e menos chances há de um adulto se portar mal com a criança. Por isso essa história me pareceu o pesadelo, com requintes de crueldade por se tratar de uma criança com dificuldade de comunicação, especial, que requer uma atenção diferenciada.

O vídeo e o áudio estão em inglês com legendas em inglês, mas até pelo tom de voz da professora ou da assistente (não dá para saber), é de se notar que algo estava errada na condução de crianças especiais. Elas reclamam dos maridos na frente das crianças, falam de bebedeira, de vomitar por causa de vinho…”Elas tratavam aquelas crianças como subhumanas”, diz o pai, no vídeo.

Segundo o texto do vídeo, uma das assistentes foi demitida. A professora foi transferida de unidade. A repercussão foi imediata. Dezenas de pais de crianças especiais começaram a entrar em contato com Stuart pedindo ajuda porque desconfiavam de comportamentos inadequados nas escolas. Temiam que seus filhos, indefesos, não estavam sabendo contar o que se passava. Pelo visto, não era um caso único.

“São pais desesperados precisando saber o que se passa na escola”, disse Stuart, ao Huffington Post.

Gravar pessoas sem consentimento ou autorização judicial não serve de prova em processos judiciais sob as leis brasileiras, nem nos Estados Unidos, onde o rigor é ainda maior, mas pode ajudar a abrir uma investigação e, o mais importante, impedir que seu filho seja maltratado.

Você faria isso? Conhece alguém que tenha descoberto algo muito ruim em casa graças a câmeras escondidas?

Tratamento Biomédico do Autismo com Dr. Rogério Rita de Florianópolis


Palestra do Dr. Rogério Rita explica o tratamento biomédico para o Autismo e outros transtornos durante o I Congresso Nacional de Tratamentos Biomédicos para o Autismo em Outubro de 2010.
Mundo Azul Grupo de Pais
O Brasil Precisa Conhecer o Autismo.