SUSANA VIEIRA ENTRA NA CAMPANHA -O BRASIL PRECISA CONHECER O AUTISMO

O Atriz Susana Vieira entra na campanha Eu Apoio- O Brasil Precisa Conhecer o Autismo,ela acha importante que a sociedade e a população tenham informação e conscientização.O pai de Susana,
Marius Vieira Gonçalves, era militar e foi adido militar na embaixada do Brasil em Buenos Aires, a mãe, Maria da Conceição Gonçalves, trabalhava no consulado, daí adveio o casamento e o nascimento dos filhos. Susana, batizada como Sônia Maria Vieira Gonçalves, nasceu na Maternidade São Paulo, na capital paulista. Além de Susana, o casal teve mais quatro filhos: Sérgio Ricardo Vieira Gonçalves, Sérvulo Augusto Vieira Gonçalves, a também atriz Susana Vieira Gonçalves e Sandra Vieira Gonçalves. Os avós de Susana eram portugueses.[carece de fontes?]

Como acontece com famílias de diplomatas, Susana viveu em vários países e teve uma educação esmerada, tendo aprendido vários idiomas. Sua primeira infância foi entre Montevidéu, Buenos Aires e Londres. Foi em Buenos Aires que ela estudou balé, apresentando-se várias vezes no Teatro Colón, o melhor teatro daquela cidade. E foi ainda através da dança que, já no Brasil, apareceu num programa da TV Tupi de São Paulo, em 1960. Ganhando cachê e ser ser contratada, começou a participar de vários “TV de Vanguarda” e “TV de Comédia”.

Em 1961, Suzana casou-se com o diretor Régis Cardoso. Em 1963, logo depois de ter se formado em balé clássico pelo Teatro Municipal de São Paulo, passou a fazer parte do corpo de baile da TV Tupi, dançando nos programas durante a apresentação de cantores. Foi lá que o diretor Cassiano Gabus Mendes a viu e, achando-a bonita, começou a coloca-la no elenco de teleteatros e telenovelas. Por pressão do marido interrompeu a carreira artística para ser dona-de-casa, mas, depois que nasceu seu único filho em 1964, voltou ao trabalho. Em 1966, atuou em três novelas na TV Exelsior: Almas de Pedra, As Minas de Prata (ambas do diretor Walter Avancini) e Ninguém Crê em Mim. Em 1967, já na TV Tupi atuou em Estrelas no Chão. De 1968 a 1969, atuou em várias novelas da TV Tupi, TV Record e TV Excelsior, onde viveu sua primeira protagonista em A Pequena Karen. Em 1970, Suzana foi contratada pela Rede Globo.

No ano de 1975, ganhou o seu primeiro troféu APCA como melhor atriz pela atuação na telenovela O Espigão. O segundo troféu veio no ano seguinte pela atuação em A Escalada. Foi somente em 1976 que Susana Vieira fez seu primeiro papel como protagonista de telenovela na Globo, em Anjo Mau. [2] Nesta novela, Susana fez muito sucesso no papel de Nice, uma moça ambiciosa que não media esforços para conseguir o que queria, por conta das maldades de sua personagem chegou até a ser agredida na rua. A implicância com a personagem era tanta que o público fez até um abaixo assinado para que ela morresse no final da novela e o autor, Cassiano Gabus Mendes, decretou sua morte no último capítulo. A novela tinha no elenco José Wilker, Renée de Vielmond, Sérgio Britto, Osmar Prado, Pepita Rodrigues, entre outros.

Depois de Nice, Suzana se destacou no papel da protagonista da telenovela A Sucessora de 1978 como a insegura Marina Steen. Em 1981, posou nua para a extinta revista Status Plus. Em 1983 aceitou o convite para atuar numa telenovela mexicana, Profesión: Señora. A oportunidade surgiu com o sucesso na América Latina de A Sucessora. Fez, ainda, participações em especiais nas TVs venezuelana e amaricana e temporadas de teatro no Peru. Em 1985 posou para Playboy, porém não foi capa, apareceu nua apenas nas páginas interiores da revista.

Seu terceiro papel como protagonista foi em 1987, no papel de Marta em Bambolê. Depois disso só foi protagonista em 1995 na novela A Próxima Vítima (telenovela) no papel de Ana Carvalho Rossi, a novela fez grande sucesso pelo suspense ao revelar o nome do assassino de vários personagens no último capítulo. Em 1997 veio sua antagonista, na novela Por Amor, como a megera Branca Letícia de Barros Motta, com a qual centralizou toda a ação. Em 1999 voltou a ser antagonista de Regina Duarte, desta vez na minissérie Chiquinha Gonzaga, novamente com enorme êxito ao interpretar uma mulher exuberante. Emendou este trabalho com a novela Andando nas Nuvens, sendo a principal protagonista madura da novela, fazendo par com Marco Nanini. Mal deixou de viver a Gonçala e fui convidada para uma participação especial em A padroeira, no intuito de alavancar o Ibope da trama. Deu tão certo que a personagem ficou até o final da trama.

Recebeu, em 2002, uma homenagem especial durante a entrega do Prêmio Austragésilo de Athayde, oferecido pela Academia Brasileira de Letras. No mesmo ano participou do CD do cantor Alexandre Pires, Minha vida, minha música, em que Susana narra a faixa de abertura.[3]

Em 2003 voltou à novelas das oito com muito sucesso e, novamente, pelas mãos de Manoel Carlos. EmMulheres Apaixonadas, Lorena vivia uma relação com um homem mais jovem. Em Senhora do Destino, de Aguinaldo Silva volta triunfal para interpretar mais uma protagonista absoluta. Teve a chance de escolher se interpretaria a heroina Maria do Carmo ou a vilã Nazaré, ficando com a primeira (a vilã ficou a cargo de Renata Sorrah). Foi capa de inúmeras revistas e foi homenageada pelo conjunto da obra no Prêmio Contigo de Novelas de 2005, além de ter sido indicada a melhor atriz, perdendo para Sorrah. No entanto venceu Sorrah no Melhores do Ano do Faustão e um Prêmio do Jornal Extra, do Rio, pela interpretação da nordestina Maria do Carmo.

Em 2006, participou do quadro Dança no Gelo, do Domingão do Faustão, sendo a segunda a deixar o programa, em 27 de Agosto de 2006, após uma polêmica com os jurados do programa, que acabou deixando-a com fama de antipática junto a parte do público.

Em 2007 viveu a segunda Branca de sua vida, em Duas Caras, consolidando-se como a atriz favorita do autor Aguinaldo Silva. Foi indicada novamente como Melhor Atriz no Prêmio Contigo. Em 2009 protagonizou a minissérie Cinqüentinha, também de Aguinaldo Silva, no papel de uma estrela da TV, Lara Romero. Os figurinos da personagem, segundo a própria Susana, foram inspirados na atriz Tônia Carrero. Em 2010 participou de uma novela supervisionada por Aguinaldo em Portugal, Laços de Sangue, também interpretando Lara Romero. A atriz parou uma das principais praças de Lisboa ao gravar uma cena dentro de uma fonte.

Em 2011 voltou à TV em um spin-off de Cinquentinha. Lara com Z foi um seriado exibido às quintas-feiras após A Grande Família. Não foi um grande sucesso, nem tampouco um fracasso. A narrativa inovadora de Aguinaldo Silva, inspirada em seriados americanos, teve atenção de uma parcela mais elitizada do público, apesar do tom popular da obra.

Comemorou seus 50 anos de carreira em 2011, recebendo homenagem no Domingão do Faustão, Vídeo Show e em matérias de revista, em especial uma reportagem com fotos especiais e uma entrevista exclusiva na Contigo! Mas a principal homenagem aconteceu no Prêmio Quem, pelo conjunto da obra.

No teatro, seu maior sucesso foi a peça A Partilha, de Miguel Falabella. A montagem, que ainda contava com Arlete Salles e Natália do Vale, ficou sete anos em cartaz com sucesso absoluto. Atou também em Romeu e Julieta, de William Shakespeare; As tias, de Doc Comparato; A dama do cerrado, de Mauro Rasi; A Vida Passa, de Miguel Falabella; e em Água Viva, 2003, dirigido por Maria Pia Scognamiglio, baseado no livro de Clarice Lispector, um monólogo elogiadíssimo pela crítica especializada e que rodou o país lotando teatros. Em 2006 estreou a peça A Namoradinha do Brasil, em Petrópolis, ao lado da jovem atriz Bárbara Borges, uma semana após se casar com Marcelo Silva e lotou o teatro todos os dias, saindo em turnê depois. Em 2010 Susana Vieira interpretou Maria na Paixão de Cristo no maior teatro ao ar livre em Nova Jerusalém, Pernambuco.
A partir do projeto do produtor “Samuel Petroti” de transformar atrizes em cantoras, Suzana recebeu o convite e aceitou[4], mesmo a atriz tendo feito uma cirurgia nas cordas vocais para retirada de um pólipo da garganta.[4]

O CD recebeu o nome de Brasil Encena, com regravações de grandes músicas da MPB e trilhas sonoras de telenovelas que Suzana participou.[4] O disco foi gravado entre julho e novembro de 2010.

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